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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Campeonato Inglês restringe patrocínio de bets e sai na frente mais uma vez Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 23/08/2026 11h02 Atualizada em 24/08/2026 11h58 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Mateus Fernandes lamenta rebaixamento do West Ham: bet na camisa Imagem: NurPhoto/NurPhoto via Getty Images O Campeonato Inglês é vanguarda desde o nascimento da Premier League. Foi o primeiro torneio nacional de futebol a definir números fixos para os jogadores, nomes nas costas, pré-temporadas na Ásia para alcançar mais rapidamente os grandes mercados do oriente, os que definiram há trinta anos as contas com ganhos em patrocínios, direitos de TV e receitas de bilheterias em dias de jogos e aos poucos diversificando-os com cada vez mais ganhos em marketing, como hoje fazem os grandes clubes da Espanha e da Alemanha. Líder absoluta nas mudanças, a Premier League avança agora na restrição às casas de apostas como patrocinadores principais, no espaço frontal das camisetas dos vinte clubes da Primeira Divisão. Na temporada passada, onze dos vinte participantes da primeira divisão inglesa tinham bets como patrocinadores. Neste final de semana, nenhum. Não foi uma determinação imposta sem tempo de adequação. Os clubes aprovaram a restrição em abril de 2023 e ela entra em vigor neste terceiro final de semana de agosto de 2026. Três anos para se adaptar. Matheus Pichonelli Flávio tira Moraes da TV e ganha reforço de Michelle A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Perderam e substituíram seus patrocinadores principais: Aston Villa, Bournemouth, Brenfford, Crystal Palace, Everton, Fulham, Nottingham Forest e Sunderland. Não conseguiram substituir e está com sua camisa limpa: Sunderland. Na conta também estão West Ham e Wolverhampton, rebaixados na temporada passada, mesmo com dinheiro dos sites de apostas para patrocínios masters. O Chelsea era patrocinado pela sueca IFS, empresa especializada em inteligência artificial. Com o fim do contrato, está com sua camiseta limpa, sem patrocinador, como o Sunderland. Mas no caso do time da zona oeste de Londres, não por causa da restrição aos sites de apostas. A Fórmula 1 proibiu as marcas de cigarros como patrocinadores de seus carros ao final da temporada 2006. Depois de 21 anos, parece absolutamente superada a época em que se assistia a Ayrton Senna e Alain Prost correndo num carro desenhado igual a um maço de cigarros Marlboro. Naquela temporada, a Bwin patrocinou o Milan e, na seguinte, o Real Madrid. O fim dos patrocínios de cigarros na Fórmula 1 coincide com o início das casas de apostas no futebol mundial. A Inglaterra anuncia, neste fim de semana, que os patrocínios de bets estão perto de acabar. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Trump cumpre ameaça e restringe acesso de jornalistas à Casa Branca Quem é Ciro Soares, advogado que aparece com Vorcaro e Gonet em Londres Família dos EUA entra para o Guinness com 5 gerações nascidas no mesmo dia TSE aceita ação de Flávio Bolsonaro contra Lula por desfile no Carnaval Dono de ONG bancada pelo governo mobiliza campanha paralela de Lula com aval de Janja