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Futebol Justiça de SP anula mandatos vitalícios de conselheiros do Corinthians Fábio Lázaro e Guilherme Padin Do UOL, em São Paulo 31/08/2026 18h33 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Parque São Jorge, sede social do Corinthians Imagem: Fábio Lázaro/UOL A Justiça de São Paulo determinou hoje (31) a ilegalidade dos cargos de conselheiro vitalício no Corinthians, como é previsto no estatuto do clube. A decisão do juiz Guilherme Augusto de Oliveira Barna, da 4ª Vara Cível do Foro Regional do Tatuapé, ainda não entra em vigor imediatamente, pois cabe recurso da defesa. No entendimento do magistrado, a autonomia das associações não é absoluta e deve respeitar normas da ordem pública , como os princípios de igualdade, participação e gestão democrática previstos na Lei Geral do Esporte e no Código Civil. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo A existência de conselheiros vitalícios no Corinthians, "colide frontalmente com o princípio de gestão democrática , de temporalidade dos mandatos e da alternância no exercício do poder", segundo o juiz Guilherme Barna. Assim, os atuais 100 conselheiros vitalícios do Corinthians se mantêm no cargo . Mas, a partir da decisão, seus cargos serão equivalentes aos 200 conselheiros comuns , o que significa que possuem mandatos de três anos e a necessidade de disputar eleições. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Lula e Janja vão a SC pela 1ª vez na campanha e buscam voto feminino Carol Peixinho e Thiaguinho celebram um ano do filho: 'Tudo para mim' Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump