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Futebol Paraguai aposta em nomes conhecidos no Brasil contra EUA de Pochettino Do UOL, em São Paulo 12/06/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Maurício, Gustavo Gómez e Sosa são os jogadores do Palmeiras na seleção do Paraguai Imagem: Reprodução/Selección Paraguaya de Fútbol O Paraguai enfrenta hoje, às 22 horas (de Brasília), os Estados Unidos na abertura do Grupo D com uma missão clara: marcar o seu retorno à Copa do Mundo após 16 anos com uma vitória. No confronto que será disputado em Los Angeles, a aposta dos sul-americanos se concentra em uma base bastante familiar para o torcedor brasileiro - incluindo os palmeirenses Gustavo Gómez e Maurício -, em um duelo tático contra um "hermano" do lado oposto: o técnico argentino Mauricio Pochettino. Diante dos norte-americanos, o retrospecto recente não favorece os paraguaios. Em seis jogos históricos entre as seleções, o Paraguai sofreu quatro derrotas e venceu apenas duas vezes. No último encontro, em novembro do ano passado, os EUA levaram a melhor por 2 a 1. Thiago Arantes Copa começou com 2 jogos ruins. E será assim mesmo José Fucs A narrativa de que Trump ameaça o Pix não é real Daniela Lima Alcolumbre sinaliza destravar análise da 6x1 Aline Sordili Anthropic monta rede de distribuição para o Claude Confira três motivos para assistir ao jogo: Duelo dos paraguaios do Brasil x hermano O Paraguai entra em campo com peças de grande bagagem no futebol brasileiro. A linha defensiva conta com o goleiro Gatito Fernández (ídolo do Botafogo), além dos zagueiros Gustavo Gómez (Palmeiras), Fabián Balbuena (Grêmio) e Junior Alonso (que está de saída do Atlético-MG). No meio-campo, Damián Bobadilla, do São Paulo, é uma das opções para o técnico Gustavo Alfaro. No setor ofensivo, Maurício e Ramón Sosa, ambos também do Verdão, e o centroavante Isidro Pitta (Red Bull Bragantino) estão à disposição. Do lado oposto, os donos da casa contam com uma mente estratégica que conhece bem o futebol sul-americano. Os Estados Unidos iniciam o torneio sob o comando do técnico argentino Mauricio Pochettino, ex-Chelsea e PSG, que busca a sua 13ª vitória em 24 jogos à frente da seleção norte-americana. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Se acerca la hora La #Albirroja ?? cumplió su última movilización en el Spartan Soccer Complex de San José, quedando lista para el estreno en la @FIFAWorldCup . Detalles del entrenamiento: https://t.co/4I0mlqN29q #FIFAWorldCup #VamosParaguay pic.twitter.com/YaBf6Gjx4F -- Selección Paraguaya (@Albirroja) June 11, 2026 O clima de tensão nos Estados Unidos Há uma enorme expectativa sobre a atmosfera dos jogos em território norte-americano. A organização do torneio tem sido alvo de debates devido às intensas reclamações sobre os preços dos ingressos e ao contexto geopolítico do país, cuja participação em conflitos no Oriente Médio irá obrigar as autoridades a elevar os protocolos de segurança nos estádios. Continua após a publicidade O presidente Donald Trump não deve comparecer à estreia da seleção no Mundial, embora sua agenda oficial possa sofrer alterações de última hora. A tendência é que o governo americano seja representado pelo secretário de Estado, Marco Rubio, acompanhado de outras autoridades. Anfitriões imprevisíveis A seleção norte-americana ostenta um retrospecto recente que desafia uma lógica. Nas últimas cinco exibições da equipe, as redes dos jogos balançaram nada menos que 23 vezes, resultando em uma elevada média de 4,6 gols por partida. O time mostrou tamanha imprevisibilidade a ponto de golear o Uruguai por 5 a 1 em um amistoso e, logo na sequência, ser superado pela Bélgica por 5 a 2. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora TCU contraria STF e cria novo penduricalho para servidores da cúpula Copa começa nos EUA sem ICE nos estádios, mas com drones e scanner corporal EUA apostam em herança de 1994 para mascarar fracasso da venda de ingressos Irã diz que não tomou decisão sobre acordo iminente anunciado por Trump Mbappé pede que Deschamps não treine a Itália: 'Contratem um italiano'