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Opinião Futebol Arnaldo: Neymar não é tão marcado por derrotas em Copas quanto Marquinhos Do UOL, em São Paulo 09/06/2026 09h38 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Neymar não carrega a mesma marca das derrotas em Copas do Mundo que recai sobre outros remanescentes da seleção brasileira, como Marquinhos, Alisson e Casemiro, avaliou Arnaldo Ribeiro no UOL News Esporte , do Canal UOL. O debate partiu da discussão sobre a liderança e o peso das eliminações recentes no julgamento do torcedor, com o capitão Marquinhos no centro das críticas. Curiosamente, eu não sei se você tem essa sensação: o Neymar, que jogou mais Copas que esses outros, ele não é tão marcado pela derrota em Copa do que esses Alisson, Marquinhos, Casemiro, etc. O Neymar passa um pouco... Embora a última marca do Neymar em Copas tenha sido aquela disputa de pênaltis que ele acabou não batendo. Arnaldo Ribeiro Wálter Maierovitch Bolsonaro tem razão sobre julgamento no STM Sakamoto EUA mostram que principal time da casa é o ICE Carlos Juliano Barros Tarifaço e a importância de fiscais do Trabalho Felipe Salto Orçamento público está no piloto automático Danilo Lavieri disse ver em Marquinhos um caso típico do futebol brasileiro: jogadores com carreira vencedora no clube acabam "marcados" na seleção por não ganhar a Copa do Mundo. O Marquinhos vive essa questão: os jogadores que vão para muitas Copas e não ganham acabam ficando marcados. Ele é super respeitado hoje em dia. Quando você conversa com jornalistas de outros países, os caras falam: 'Marquinhos, top, zagueiro top'. Mas no Brasil ele é questionado por não conseguir ter sido o nome de levantar uma taça. Danilo Lavieri Na leitura de Arnaldo, a cobrança atual tem um componente diferente do que ocorreu com a geração que perdeu em 1990 e venceu em 1994. Ele lembrou que, naquele período, a maioria vinha de "uma Copa de fracasso". Aquela turma de 90 para 94 chegou em 94 com o peso de 24 anos sem título, como essa, mas quase todos não vinham de várias Copas de fracasso, vinham de uma Copa de fracasso. Esses caras de 90 para 94 eram mais jovens. Muitos deles chegaram no auge em 94. Não é o caso agora desses remanescentes, embora alguns ainda estejam jogando em ótimo nível, e acho que o Marquinhos talvez seja o melhor exemplo. Arnaldo Ribeiro Arnaldo ainda apontou que, além da idade e do acúmulo de eliminações, a própria imprevisibilidade de uma Copa pesa na leitura sobre"gerações fracassadas". Para ele, 1994 teve mudanças e acasos que alteraram o time durante o torneio e ajudaram a seleção a se ajustar no caminho. A Copa permite situações não previsíveis. Muita coisa em 94 aconteceu por acaso, tipo a formação da defesa. O Márcio Santos entrou e foi titular o tempo todo. Na final, o Jorginho saiu machucado, entrou o Cafu e foi um dos principais. O Leonardo foi expulso e o Branco acabou entrando. Aconteceu tanta coisa. Arnaldo Ribeiro Continua após a publicidade Veja horários das lives do UOL Esporte Imagem: Arte/UOL Imagem: Arte/UOL Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Como Éderson saiu de refugo do Corinthians para jogador de Copa do Mundo Ao barrar africano na Copa, EUA mostram que principal time da casa é o ICE Cachê milionário a nomes do sertanejo no São João revolta forrozeiros do NE Operação prende policiais e ex-estagiário do MP por suspeita de elo com PCC Atendente do IML é preso por transferir dinheiro com celular de morto em SP