Conteúdo Original
Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Está na hora dessa gente bronzeada mostrar o seu valor Walter Casagrande Jr. Colunista do UOL 13/06/2026 14h45 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Bruno Guimarães é abraçado por Casemiro após fazer o gol pela seleção brasileira Imagem: Rafael Ribeiro / CBF A seleção brasileira estreia hoje contra a seleção de Marrocos, que foi a 4ª colocada na Copa do Mundo do Catar em 2018. O Brasil não chega como favorito, mas pode surpreender caso faça uma ótima fase de grupos. Não temos uma equipe titular definida, com dúvidas nas laterais, na posição do camisa 9 e na ponta direita. Será um ponta driblador, agressivo, forte fisicamente, que parte para cima como Luís Henrique, ou um meio-campo aberto para ajudar, fechando o meio, como Lucas Paquetá? E qual será o esquema tático? Um time superofensivo com um 4-2-4, com um meio-campo mais vulnerável? Um time ainda ofensivo, mas com um meio-campo mais preenchido, com um 4-3-3? Ou devemos nos basear na nossa realidade atual e fazer um meio-campo congestionado, tirando o espaço criativo do adversário e buscando o gol na velocidade de dois atacantes, como em um 4-4-2? Pois bem, as dúvidas existem porque perdemos um ciclo inteiro pela incompetência da CBF. Mas prefiro viajar na analogia cultural do título desse texto, porque o futebol brasileiro é uma mistura de culturas e raças. Tem gingado, tem poesia, tem composição, tem som, tem ritmo e tem beleza. Yara Fantoni Hoje não é apenas a estreia do Brasil Juca Kfouri As estreias de que me lembro da seleção Rodrigo Ratier Se a Copa não dá lucro, por que querem sediá-la? Sakamoto Escravidão de jovens lembra lado ruim do futebol Como na música "Brasil Pandeiro", de Assis Valente, que é gravada por vários músicos, principalmente pelos meus amigos Novos Baianos, que está no maravilhoso disco de 1972 "Acabou Chorare", nas vozes de Baby, Moraes e Paulinho, com um incrível ritmo de instrumentos, ritmados como se fosse uma seleção brasileira como a de 1970. O povo brasileiro gosta de ganhar, mas gosta mais de um bom futebol que dê para se divertir jogando bola ou cantando. "O Tio Sam está querendo conhecer a nossa batucada. Anda dizendo que o molho da baiana melhorou seu prato. Vai entrar no cuscuz, acarajé e abará. Na Casa Branca já dançou a batucada do ioiô e iaiá." Será que estaremos nesse ritmo contra Marrocos? Será que a seleção brasileira mexerá com o torcedor a ponto de conseguir fazer o futebol esquentar nossos pandeiros? Espero que sim. Salve Assis Valente, um verdadeiro camisa 10! Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Casagrande por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Eduardo pede rompimento de Flavio com Novo por fala de Zema sobre Vorcaro Marcação alta, geração criada na Europa: como os EUA engoliram o Paraguai Polícia investiga agressão a idoso em Copacabana por motivação política Russell supera Hamilton por 64 milésimos e fica com a pole em Barcelona João Fonseca vence em estreia na grama e avança nas duplas em Halle