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Esporte Futebol Copa do Mundo Casagrande: 'O desgaste da Argentina é mais mental do que físico' Do UOL, em São Paulo 19/07/2026 15h31 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A Argentina chega forte à final por causa da "inteligência futebolística" e sente mais o peso mental do que o desgaste físico, avaliou Walter Casagrande Júnior no Fim de Papo , do Canal UOL. O debate no programa projetou o duelo com a Espanha na decisão da Copa do Mundo 2026, com atenção ao acúmulo de prorrogações e ao calor. Para Casagrande, a seleção argentina consegue resolver jogos em pouco tempo. Tem esse caso físico mesmo, o desgaste, o calor enorme, as prorrogações. Os jogos decisivos da Argentina sempre foram nos acréscimos ou depois na prorrogação, um desgaste físico muito grande. Só que essa Argentina mostrou um potencial diferente dessa Copa, que é a inteligência futebolista. Um outro jeito de jogar: um toque, um passe, uma definição, um chute fora da área. Eles estão decidindo jogos. Eles não estão precisando de muito tempo para decidir um jogo. Walter Casagrande Júnior PVC O fracasso da organização nos EUA é impressionante Juca Kfouri Falsidades sobre encontro de Messi com Netanyahu Sakamoto Copa expôs como Brasil é humilhado por bets Angela Alonso Movimento de Michelle parece protótipo de partido Casagrande sustentou que a equipe faz a bola "correr" mais do que os próprios jogadores, o que muda a leitura de quem acompanha pela TV. Na visão dele, isso cobra mais concentração do que fôlego. Eu vejo um potencial muito forte nessa Argentina na questão da inteligência futebolística de fazer a bola correr mais do que os próprios jogadores. Quem está assistindo vê a Argentina ganhando sempre no último minuto, mas talvez pela TV não dá para perceber que eles tocam a bola com mais rapidez. O toque de bola da Argentina é muito mais rápido do que os jogadores correndo. O desgaste mental da Argentina é muito maior do que o físico. Mas o desgaste mental se recupera mais rápido. A Argentina chega muito forte. Walter Casagrande Júnior Paulo Massini também apontou que a final tende a ser mais "tensa" pelo peso do jogo e avaliou que a responsabilidade pode deixar os atletas mais conservadores nas decisões. Ele viu a Espanha "mais consistente", mas destacou a diferença de perfis entre as seleções. Em termos de modelo de jogo, essa forma da Argentina andar é um risco muito grande. Me parece a Espanha mais consistente, que do outro lado tem um mágico. A Espanha não tem mágico, a Espanha tem uma série de trapezistas, mas a Argentina tem o mágico. Paulo Massini Já PVC interpretou a escalação de Lionel Scaloni como um estudo de jogo a jogo e sugeriu que a ausência de Paredes pode baixar a "temperatura" da Argentina em campo. "Em princípio, eu acho melhor para a Espanha, mas a gente vai ter que ver no jogo", disse. O Scaloni estuda cada jogo de uma maneira. Em 2022, ele foi campeão jogando com sete times diferentes em sete jogos diferentes. Vai ser um jogo de temperatura menor, porque o Paredes não tá no jogo. O Paredes é um cara que eleva a temperatura do jogo. PVC Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Dieckmmann conta por que ficou mais de um mês sem transar com o marido Casal é encontrado morto em área de mata do litoral de São Paulo Mega-Sena acumula e prêmio sobe para R$ 42 milhões; confira as dezenas Copa expôs como o Brasil está sendo humilhado pelas bets Espanha repete time, e Argentina muda meio-campo para a final da Copa; veja