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Esporte Futebol Copa do Mundo Raphinha tem quatro substitutos possíveis. Veja suas vantagens e problemas Danilo Lavieri , Pedro Lopes , Paulo Vinicius Coelho (PVC) e Luiza Oliveira Do UOL, em Nova Jersey (EUA) 22/06/2026 05h30 Atualizada em 22/06/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Rayan entrando no lugar de Raphinha contra o Haiti Imagem: Dan Mullan/Getty Images Rayan é o favorito para substituir Raphinha na partida contra a Escócia, na próxima quarta-feira, em Miami. Mas Carlo Ancelotti tem mais três opções para o setor: Luiz Henrique, Endrick e Martinelli. Não é provável que Martinelli jogue pelo lado direito, mas ele já atuou assim pelo Arsenal. Também é de se considerar que teve atuação melhor contra o Haiti, do que Rayan, que substituiu Raphinha aos 39 minutos do primeiro tempo. "São pequenos detalhes para escolher um ou outro jogador como substituto", disse Carlo Ancelotti em sua entrevista coletiva na Filadélfia, depois da vitória sobre o Haiti. Alicia Klein Invicto, Cabo Verde confirma recado à Uefa Casagrande Brasil ainda não teve a intensidade de Cabo Verde Pedro Rossi A lógica da meritocracia e o salário de Neymar Fabiola Andrade Yamal faz a Espanha sonhar com o título Neymar não é uma possibilidade. Primeiro porque jogaria centralizado, como centroavante ou ponta-de-lança: "Punta ou meia punta", disse Ancelotti sobre onde pode ser escalado. Segundo, porque não tem condição de atuar por 90 minutos. Importante entender que a função de Raphinha, e de seu substituto, mudou depois do corte de Wesley. Ancelotti inverteu o eixo do ataque da equipe . Em vez de prender o lateral-esquerdo para fazer a saída de jogo entre os zagueiros, e liberar o lateral-direito, fez o inverso contra o Haiti. Danilo ficou na defesa e Douglas Santos deu largura ao campo pela esquerda. Por isso, Raphinha foi o ponta-direita, responsável abrir o campo bem rente à linha lateral do lado direito. Assim, o novo jogador da função terá de abrir também a defesa escocesa e duelar com Robertson, experiente lateral do Liverpool, campeão da Champions League em 2019. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Abaixo, as vantagens e problemas de cada possível escolha de Carlo Ancelotti: RAYAN É o favorito para a vaga e o mais parecido com Raphinha na função de ponta-direita. Isto porque oferece o drible em direção a linha de fundo. Ancelotti procura profundidade do lado do campo. Importante ter a leveza e facilidade para puxar a bola para seu lado direito. É mais parecido também com Estêvão, o titular desta função se pudesse disputar a Copa. Outro ponto: tem o drible para o pé esquerdo, que contrasta com a marcação do pé mais fraco de Robertson, o direito. É o favorito pela surpresa de levar a bola para qualquer um dos dois lados. Continua após a publicidade LUIZ HENRIQUE É muito forte e mais experiente do que Rayan. Mas sua principal característica inclui o drible puxando para o pé esquerdo, para dentro, para tentar finalizar. Com ele, faltaria um pouco de profundidade, do drible para a linha de fundo, característica importante para Ancelotti para poder abrir o campo. O lado e a busca pelo fundo do campo será muito importante, porque a Escócia deve ampliar sua marcação à frente da grande área com três zagueiros e dois laterais, linha de cinco defensores. ENDRICK É xodó de Carlo Ancelotti e é artilheiro. Mas o técnico italiano entende que ele entrará no momento certo e não parece ser este. Porque Endrick tem a seu favor as entradas em diagonal, a procura incessante pelo gol, mas lhe falta a profundidade em direção à linha de fundo, e a disciplina para voltar marcando o corredor direito todas as vezes em que Robertson se projetar ao ataque. É uma opção para o segundo tempo. Dificilmente iniciará a partida contra a Escócia. MARTINELLI Joga prioritariamente pelo lado esquerdo, mas é destro. Isto pode dar uma chance a Ancelotti de ter um jogador que alargue o campo e incomode Roberson com o pé direito, driblando-o para o fundo do campo. Só que Ancelotti não o viu em ação neste lado do campo e provavelmente não o terá como primeira opção. Entrou bem contra o Haiti e chutou uma bola na trave, que poderia ter representado o quarto gol do Brasil. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Clãs que dominam ônibus de SP tentaram assumir bilheterias de Metrô e CPTM Keir Starmer renuncia ao cargo de primeiro-ministro do Reino Unido Cofre do centrão contrata por R$ 113 mi firma de inscrita no Bolsa Família A flor mais fedida do mundo esconde um incômodo ainda pior que seu cheiro Ex-escravizado, mecânico cria empresa milionária de produtos automotivos