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Futebol Atraso salarial gera mal-estar no elenco do São Paulo antes de decisões Valentin Furlan e Pedro Lopes Do UOL, em São Paulo (SP) 11/09/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Harry Massis Júnior, presidente do São Paulo, antes de partida contra o Corinthians Imagem: Bruno Escolastico Sousa Silva/NurPhoto via Getty Images Os atrasos salariais geraram mal-estar no elenco do São Paulo às vésperas do clássico contra o Palmeiras e da decisão contra o Boca Juniors, segundo apurou o UOL . "Clima pesado" Com o clássico pelo Campeonato Brasileiro e a decisão pela Copa Sul-Americana no horizonte, o problema financeiro deixou o ambiente da Barra Funda mais tenso e passou a ser tratado internamente como uma fonte de preocupação entre os jogadores. Outros funcionários do CT não tiveram atrasos no mensal. O UOL apurou que o momento gerou um mal-estar no vestiário, em meio a uma sequência de partidas de peso e com a indefinição sobre quando os valores serão regularizados. Uma das fontes ouvidas falou em "clima pesado" no CT, nesta quinta-feira. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo O São Paulo tem pendências de direitos de imagem com parte do elenco e, pela primeira vez na história recente, também atrasou os salários registrados em carteira. 0:00 / 0:00 Como o UOL mostrou, o clube não quitou os salários referentes a agosto no prazo previsto e tem jogadores que ainda não receberam valores de direitos de imagem relativos a 2026 . Há também atletas que carregam pendências de períodos anteriores, incluindo parcelas de acordos feitos para regularizar débitos deixados pela gestão de Julio Casares. São Paulo, de Dorival Júnior, foi derrotado na ida contra o Boca Juniors, pela Sul-Americana Imagem: Marcos Brindicci/Getty Images O Tricolor visitará o Palmeiras neste sábado, às 18h30 (de Brasília), pelo Brasileirão, antes de receber o Boca Juniors, na próxima terça, pelo jogo de volta das quartas da Sul-Americana. Na ida, na Bombonera, o time foi derrotado por 1 a 0. Guerra política e Ticketmaster A crise financeira também ganhou peso nas articulações políticas do clube. A diretoria trata o contrato com a Ticketmaster como uma das principais alternativas de curto prazo para reforçar o caixa, já que o acordo prevê antecipação de receitas. Continua após a publicidade Por isso, a necessidade de regularizar os pagamentos ao elenco passou a ser utilizada como argumento em favor da aprovação do contrato. A lógica apresentada internamente é que a entrada desses recursos pode ajudar o São Paulo a enfrentar a falta de liquidez e colocar compromissos financeiros em dia. Presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior (à frente) senta ao lado do gerente-esportivo Rafinha (meio) no CT da Barra Funda Imagem: VINICIUS NUNES/AGÊNCIA F8/ESTADÃO CONTEÚDO O problema é que a proposta ainda precisa avançar no Conselho Deliberativo. Antes da votação, porém, o contrato passou a ser analisado por uma comissão especial criada após questionamentos apresentados pela NewC sobre o processo de escolha da nova empresa de ingressos . O UOL procurou a assessoria do presidente Harry Massis Júnior questionando os atrasos nos pagamentos ao elenco, o impacto da situação no ambiente interno e a previsão para regularização dos valores. Até o momento da publicação desta matéria, a reportagem não teve, porém, resposta. Em caso de posicionamento, o texto será atualizado. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Lula e Janja vão a SC pela 1ª vez na campanha e buscam voto feminino Carol Peixinho e Thiaguinho celebram um ano do filho: 'Tudo para mim' Cleitinho diz se arrepender de foto com Virginia na CPI: 'Não era momento' Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar Ídolo na Ítalia, Sandro Mazzola morre aos 83 anos