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Futebol Nova lista de Ancelotti se conecta a projeto olímpico e de base da seleção Igor Siqueira e Rodrigo Mattos Do UOL, no Rio de Janeiro 10/09/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira Imagem: RAFAEL RIBEIRO/CBF A convocação de Carlo Ancelotti que abre o novo ciclo da seleção brasileira tem a ver com outros projetos mais amplos da CBF. Especialmente a seleção olímpica e o acompanhamento de jogadores na base. A lista para os amistosos contra Austrália e Índia pode ser separada em algumas camadas. Há a espinha dorsal remanescente da Copa 2026, a busca por novidade em posições carentes (laterais e goleiros) e uma tentativa de renovação no meio-campo, algo que abrange também os planos pensando no projeto olímpico para Los Angeles-2028. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Isso ajuda a entender por que estreantes como os zagueiros Arthur Dias e Jair, além dos meio-campistas Breno Bidon e Gabriel Bontempo foram chamados. O goleiro Otávio é outro jovem com idade olímpica. A lista foi montada considerando conversas nos bastidores da seleção que envolveram os técnicos da sub-20, Paulo Victor Gomes, e sub-17, Dudu Patetuci. Será Paulo Victor o responsável por comandar a seleção olímpica pensando na vaga para 2028. Na edição mais recente, em Paris, o futebol masculino não conseguiu disputar o torneio. As convocações pensando na Olimpíada vão começar ano que vem. Na perspectiva do que é responsabilidade direta de Ancelotti, a CBF tenta achar nomes que encorpem o projeto para a Copa de 2030, mas também para a Copa América-2028. A Argentina venceu as últimas duas edições do torneio continental, e o Brasil vai tentar recuperar a hegemonia na América do Sul. O Brasil bebeu da fonte de seleções olímpicas passadas. Mais notadamente quando os ouros vieram, entre as Copas de 2018 e 2022. Só que essa transição não resultou em hexa. Continua após a publicidade A Espanha, por sua vez, aproveitou até o téncico da seleção de Tóquio. Luiz De La Fuente comandou os espanhóis no título da Copa de 2026. Doze jogadores que disputaram os Jogos Olímpicos em 2021 e 2024 viraram campeões mundiais. A CBF sabe e reconhece que a formação desses jogadores está muito atrelada aos clubes. Mas quer mudar o jeito com o qual acompanha a evolução dos talentos na base. "Às vezes, o objetivo do clube não é o objetivo da Seleção. Temos jogadores que pensamos que vão representar o futuro da seleção e eles não estão jogando, temos que acompanhar esses jogadores, se eles não jogam, temos que dar a oportunidade de eles jogarem e progredirem", disse Ancelotti, que ainda explicou mais sobre essa diferença de objetivos entre clube e seleção: "Eu acho que, com jogadores que podem ser muito importantes para o futuro da seleção, a CBF tem que cuidar dessa progressão. Não podemos esperar que o clube vá colocar um jogador para jogar. Temos que acompanhar essa evolução chamando o jogador e dar a ele a oportunidade de jogar. É isso o que vamos fazer". Ao mesmo tempo, Rodrigo Caetano já avisou, em entrevista ao UOL , que fará chegar aos clubes formadores o perfil de jogador desejado para a seleção. As primeiras chances serão nos jogos contra Austrália, dias 25 e 29 de setembro, e Índia, em 3 de outubro. Ainda neste ano, o Brasil vai encarar Japão e Singapura, nos dias 14 e 17 de novembro. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso Ídolo na Ítalia, Sandro Mazzola morre aos 83 anos