🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: A matéria foca no desempenho do Flamengo, elogia Arrascaeta, mas também aponta falhas defensivas e a baixa torcida, indicando um olhar crítico, porém favorável à vitória.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: O Cruz Azul é apresentado como adversário, com lances de perigo e gols, mas sem um viés positivo ou negativo explícito.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Arrascaeta Copa Intercontinental Cruz Azul Sánchez Bruno Henrique Qatar Piovi

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Nação não vai, mas Dom Arrascaeta comparece duas vezes Juca Kfouri Colunista do UOL 10/12/2025 15h55 Deixe seu comentário Arrascaeta comemora gol marcado pelo Flamengo contra o Cruz Azul na Copa Intercontinental Imagem: Adriano Fontes/Flamengo Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Há uma expressão que os italianos adoram repetir: Piove, piove, governo ladro . Chove, chove, governo ladrão. No Brasil, com a Câmara dos Deputados que temos, também não surpreende que o capitão do Flamengo siga sendo Bruno Henrique, réu por estelionato na Justiça comum. Foi o argentino Piovi, 31 anos, quem antecipou o Natal de Dom Arrascaeta e deu-lhe de presente o 1 a 0 para o Flamengo sobre o Cruz Azul, logo aos 15 minutos de jogo quando o equilíbrio prevalecia no Qatar, nas quartas de final da Copa Intercontinental, novo velho nome do Mundial de Clubes. Letícia Casado Deputados do PL votam dosimetria sem ler texto Josias de Souza Motta faz do fim de ano xepa da autocombustão Tony Marlon Homens confessam feminicídio e nada acontece Marco Antonio Sabino Tarcísio de Freitas não tem chefe, tem caráter Chovia na horta rubro-negra embora a Nação não tenha atravessado o mundo para apoiar o time, que jogava para o menor público de seus jogos em 2025, apenas 7 mil torcedores em estádio para 45 mil. Piovi não se deu conta que o ladrão de bola uruguaio estava à espreita na marca do pênalti. Aos poucos o Flamengo foi se impondo fruto da superioridade técnica individual sobre os mexicanos. Quando o jogo chegou aos 35 minutos, o único chute ao gol havia sido o do gol do excelente craque do Brasileirão, depois de driblar o goleiro com requinte. Dos 22 jogadores em campo, apenas seis eram nascidos no Brasil: os dois Léos, Alex Sandro, Jorginho, Bruno Henrique e Samuel Lino. Aos 41, um susto. Continua após a publicidade O Cruz Azul empatou, mas em impedimento claro do atacante que cruzou para a cabeçada final. O lance animou o time azul e, aos 43, depois de bobeada tripla da defesa brasileira, Sánchez pegou de três dedos de fora da área e empatou de verdade em belíssimo arremate: 1 a 1. O que estava tranquilo ficou tenso porque a defesa brigou por uma bola que poderia ter deixado sair a escanteio e Carrascal, ao tentar afastar a bola já na grande área, entregou-a para Sánchez. Não foi um presente como o de Piovi porque o gol mexicano foi incomparavelmente mais difícil, mas também Carrascal jogou de bandido. Ao fim de primeiro tempo insosso, prevalecia o 1 a 1 que, enfim, era justo. O Flamengo podia e tinha que jogar muito melhor na etapa final. Continua após a publicidade Plata veio para o lugar de Samuel Lino. Com duas vitórias e um empate, agora dois, o Cruz Azul seguia invicto contra o Flamengo e começou o segundo no ataque. Nos primeiros cinco minutos os dois goleiros tiveram trabalho. Mais intenso, embora com show de passes errados de ambos os lados, a partida melhorou e ficou mais disputada, com mais cara de decisão. E, resumo, jogo duro como era de se imaginar. Hora de apimentar a jornada, Cebolinha em campo, no lugar de Carrascal, meio carrasco rubro-negro no gol de empate. Continua após a publicidade Para uma equipe tão desgastada, prorrogação não era bom negócio. Aos 70, Plata finalizou bem rente ao travessão. E, aos 71, Dom Arrascaeta, pela esquerda, aproveitou jogada iniciada por Cebolinha, quis passar para Bruno Henrique, a zaga cortou e voltou para ele encobrir o goleiro com um toque de classe: 2 a 1. Como diria João Saldanha, se Dom Arrascaeta jogasse no Cruz Azul os mexicanos estariam ganhando. Ele e Jorginho saíram aos 80 para Luiz Araújo e De La Cruz jogarem. A equipe egípcia do Pyramids se aproximava no binóculo carioca para a disputa da semifinal, no sábado, às 14h de novo. Continua após a publicidade Aos 83, Luiz Araújo teve a chance do 3 a 1 e perdeu. No escanteio, aos 84, Léo Ortiz viu o zagueiro salvar o gol da tranquilidade na linha fatal. A vitória era justíssima, mas ainda não estava consolidada. Pulgar saiu e Saul entrou, aos 87. Acréscimos de cinco minutos para machucar nossos corações. Aquilo que todos sabemos, hora de furar a bola e não ter mais jogo, fácil de falar, de escrever, difícil de fazer e Rossi trabalhou aos 91. Continua após a publicidade Os mexicanos foram todos para o campo brasileiro, deram nova bobeada na defesa que Plata quase aproveitou e se ouvia o coro de Meeengôôô no Qatar. Primeiro passo dado, Faltam dois. Ah, sim, o Flamengo papou a Taça Dérbi das Américas. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Flamengo bate Cruz Azul com brilho do 'papai' Arrascaeta e segue no Mundial De Arrascaeta constrói Flamengo semifinalista da Intercontinental Uber e 99 veem regulamentação ilegal e desistem de serviço de motoapp em SP Tênis de corrida 'supermacio' da Asics está com R$ 400 off; vale a pena? Acusado de matar gari muda versão e diz que morte foi por guerra de facção