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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte França vence Noruega reserva, escancara sua força e seus pontos fracos Mauro Cezar Pereira Colunista do UOL 26/06/2026 18h03 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Ousmane Dembélé comemora terceiro gol da França em partida contra a Noruega na Copa Imagem: Dylan Martinez/REUTERS Era um jogo muito esperado, mas acabou esvaziado pela decisão do técnico da Noruega, Stale Solbaken, de escalar 10 jogadores diferentes em relação ao time que venceu Senegal na rodada anterior. A França foi a campo com sua força, se impôs, venceu por 4 a 1 e mostrou seu poderio e também as fragilidades. Primeiro do grupo, o time francês enfrentará um terceiro colocado, no momento a Suécia. Avançando, provavelmente terá como oponente a Alemanha nas oitavas de final. Em segundo, os noruegueses vão encarar a Costa do Marfim e, adiante, possivelmente o Brasil. Além de preservar os atletas para tê-los mais inteiros fisicamente no mata-mata, o duelo nórdico parecia não interessar à Noruega. Assim, o único jogador que se manteve entre em relação ao compromisso anterior foi Aursnes (camisa 14), comparando os titulares do jogo contra a França com os do duelo frente ao Senegal. Julián Fuks Elogio dos amores menos absolutos Mariana Barbosa Fraude na Americanas tem perguntas sem respostas Marco Antonio Sabino Pelos números, Tarcísio já ganhou; será tão fácil? Paulo Camargo Carlo Ancelotti não é brasileiro; e daí? As 10 novidades foram: Selvik (13), goleiro, no lugar de Nyland (1), Falchener (25), zagueiro, na vaga de Ajer (3), Østigård (4), zagueiro, em substituição a Heggem (17), Bjørkan (15), lateral-esquerdo, na posição de Wolfe (5). Thorstvedt (18), meia, teve a missão de fazer o papel do cérebro da equipe, Ødegaard (10), Berg (6), meia, entrou na vaga de Berge (8), Aasgaard (19), meia, na de Ryerson (26), Bobb (22), atacante, no lugar de Sørloth (7). Já Larsen (11), atacante, substituiu o goleador Haaland (9), e Schjelderup (21), atacante atuou na posição que seria de Nusa (20). A avalanche francesa foi forte, com Dembélé fazendo três gols em intervalo de 25 minutos, aos 7, 20 e 32 do primeiro tempo. Aasgaard descontou quando o placar ainda era de 2 a 0 para a França, em um dos lances que mostravam o quão exposto estava o conjunto vice-campeão mundial. Essa é a natureza da equipe, ainda mais nesse quase "amistoso". Esse jogo lá e cá aceito, ou até mesmo proposto pelos franceses, permitiu aos noruegueses chegadas perigosas, como a que gerou o pênalti no começo do segundo tempo. Theo Hernández derrubou Bobb, mas Larsen bateu mal e Maignan defendeu com facilidade aos 5 minutos. A peleja seguiu com finalizações de lado a lado, e Doué ampliou para 4 a 1. Ficou o registro do pragmatismo norueguês e do jogo de extremos da França, que ataca, ameaça, mas também se expõe. Evidentemente esse jogo não foi a referência ideal, mas não deixa de sinalizar virtudes e vulnerabilidades francesas. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Mauro Cezar Pereira por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Venezuela entra em 3º dia de buscas por milhares de desaparecidos Copa: Torcedor do Uruguai se revolta com Muslera após gol da Espanha; veja PF indicia chefe da ANM e empresários por corrupção na mineração em MG Vozinha não é vazado de novo e iguala marca de duas lendas na Copa do Mundo João Vicente diz que 'deu prensa' em ator da Globo após ciúme de namorada