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Futebol Queda da Holanda gera crise de identidade no país do Futebol Total, diz NYT Do UOL, em São Paulo 30/06/2026 15h47 Deixe seu comentário Van Dijk, zagueiro da Holanda, após eliminação para o Marrocos na Copa do Mundo Imagem: ALFREDO ESTRELLA / AFP Resumo A eliminação da Holanda para o Marrocos na Copa do Mundo abriu uma crise de identidade no país que fez do Futebol Total sua marca, segundo análise do The New York Times. O que você precisa saber Mudança promovida na defesa por Ronald Koeman contra o Marrocos concentrou as reações mais duras. Na partida em Monterrey, ele abriu mão de um meio-campista para usar um defensor extra. O ex-meia da seleção Rafael van der Vaart foi um dos críticos que disse que não faria essa escolha. Koeman rejeitou a crítica e atribuiu parte da reação ao resultado. Sobre o empate sofrido nos acréscimos antes da queda nos pênaltis, ele disse: "Se aquele gol não tivesse saído, eu estaria sendo elogiado". Casagrande Essa França é a melhor seleção dos últimos tempos Narrativas em Disputa Jogo do Brasil vira disputa entre direita e esquerda Josias de Souza O símbolo do fracasso da direita alternativa Mariana Barbosa Novo Desenrola não reduz superendividamento Críticos apontaram o meio-campo como o setor que definiu o jogo. Ex-jogador holandês de origem marroquina, Ibrahim Affelay afirmou: "Um jogo é vencido no meio-campo, e o Marrocos teve controle total". Desempenho de Frenkie de Jong virou um símbolo do desconforto da equipe. Van der Vaart disse que foi o pior jogo que já viu do meia e também classificou a campanha holandesa como desastrosa. Marrocos espelhou a velha Holanda Parte da ironia da derrota esteve no estilo mostrado pelo adversário. Na análise, o Marrocos circulou a bola com mais fluidez e trocou posições de um jeito mais próximo da imagem clássica da Holanda. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Vários nomes do time marroquino têm ligação direta com a Holanda. Noussair Mazraoui, Anass Salah Eddine, Ayoube Amaimouni e Sofyan Amrabat nasceram na Holanda, e Ismael Saibari foi para a Copa ainda jogador do PSV e voltará à Europa como jogador do Bayern. Mohamed Ouahbi disse que a postura holandesa surpreendeu antes de a bola rolar. O técnico do Marrocos afirmou: "Quando vimos, soubemos que eles queriam defender", e chamou a escolha de uma forma de respeito. Continua após a publicidade Debate chega ao futuro da seleção Discussão sobre identidade não se limita a Ronald Koeman. A análise lembra que Louis van Gaal também usou linha com três zagueiros e que faz tempo que a Holanda não entrega o ataque técnico esperado de outras gerações. Hoje, o país é associado mais aos defensores do que aos centroavantes criativos. Contra o Marrocos, os lances mais marcantes da equipe vieram de desarmes de Micky van de Ven e Virgil van Dijk. Pressão por um novo rumo também alcança o Ajax, referência histórica do futebol holandês. O clube passou por três técnicos, terminou a última temporada em quinto lugar e terá o espanhol Michel no comando. Hipótese de um técnico estrangeiro voltou ao debate após a eliminação. A Holanda não faz isso desde Ernst Happel, no fim dos anos 1970, e a hipótese apareceu em meio à crise da seleção e do principal clube do país. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Alicia Klein: França é 'mais revolucionária' que a Espanha de 2010 França 3 x 0 Suécia | Melhores momentos | Copa 2026 Sul tem previsão de geada e chuva congelada; SP pode registrar 10°C Mbappé empata com Messi na briga pela artilharia da Copa; veja o ranking Duas apostas de SP acertam Lotofácil e levam cada R$ 1,7 milhão; confira