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Futebol ONU pede que os EUA revejam política migratória na Copa 2026 Do UOL, em São Paulo* 10/06/2026 10h10 Atualizada em 10/06/2026 10h13 Deixe seu comentário Resumo Donald Trump, presidente dos EUA, e Gianni Infantino, presidente da Fifa, durante sorteio da Copa do Mundo de 2026 Imagem: BRENDAN SMIALOWSKI/AFP A ONU pediu hoje que os Estados Unidos revejam a forma de aplicar a política migratória durante a Copa do Mundo de 2026. O que aconteceu O alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos , Volker Türk, cobrou uma revisão profunda da política migratória dos EUA durante o Mundial. Ele falou em entrevista coletiva em Genebra e disse que a aplicação dessas regras pode afetar direitos e dignidade de viajantes. Türk citou o contexto da Copa para pedir mudanças nas medidas que, na avaliação dele, hoje prevalecem nos EUA. "Espero sinceramente que haja uma reflexão profunda sobre a maneira como a aplicação das políticas migratórias afeta os direitos humanos e a dignidade humana e que, especialmente no contexto da Copa do Mundo, sejam repensadas políticas que, infelizmente, parecem prevalecer atualmente, particularmente nos Estados Unidos", declarou. Sakamoto Vorcaro lasca Flávio com o fiel da balança Aline Sordili Copa divide bolso do país entre lazer, bet e streaming Mauro Cezar A forçada de barra da mídia sobre presença de Neymar José Saad Neto Estamos terceirizando o pensamento para a IA? Pedido ocorre após o somali Omar Artan, de 34 anos, árbitro credenciado para a Copa de 2026, ter sido impedido de entrar nos EUA. Ele foi barrado ao desembarcar em Miami no último sábado, quando viajava para se juntar ao grupo de oficiais de arbitragem selecionados para atuar no torneio. Casos recentes aumentam a pressão Governo dos EUA alegou razões de segurança nacional para barrar Artan. O episódio acontece em meio ao endurecimento das políticas migratórias adotadas por Donald Trump desde o início do segundo mandato, em janeiro de 2025. Medidas de Washington também colocaram a seleção do Irã sob atenção na preparação para a Copa. O país está entre os afetados por regras migratórias dos EUA, o que levantou dúvidas sobre a presença de atletas, dirigentes e torcedores no torneio. Federação iraniana acusou os EUA de reduzir a oferta de ingressos para torcedores do país, e jogadores fizeram um gesto político ao chegar ao México. Eles desembarcaram usando broches com o número 168, em uma referência simbólica ligada ao contexto político iraniano. * Informações da AFP Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora 7 benefícios da erva-cidreira e como preparar o chá corretamente Carro 100% a álcool é nova aposta de marcas para driblar impostos no Brasil Homem que ordenou ataque com soda cáustica contra ex é condenado no Paraná Restrições de EUA e Fifa prejudicam Irã e ferem regulamento da Copa Ex-estagiário suspeito de ligar PCC a dados do MP fez TCC sobre estelionato