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Lindsey Vonn desce no esqui alpino downhill e sofre queda A esquiadora americana Lindsey Vonn, ícone do esqui alpino com 84 vitórias em Copas do Mundo e três medalhas olímpicas, revelou que por pouco não precisou amputar a perna após queda violenta durante o downhill nas Olimpíadas de Inverno Milão-Cortina 2026. Em uma publicação emocionante, Vonn contou a gravidade das lesões que colocaram seu membro em risco, até a intervenção cirúrgica que ela definiu como decisiva para salvar sua perna. Em vídeo publicado nesta segunda, ela explicou que teve uma fratura completa da tíbia, além de fraturar a cabeça da fíbula e do platô tibial, agravadas pelo acúmulo de pressão dentro da perna que poderia ter levado à perda do membro. Foi aí que o ortopedista Dr. Tom Hackett realizou uma fasciotomia de emergência, procedimento no qual abriu os compartimentos musculares para aliviar a pressão e permitir que o tecido sobrevivesse. - Ele salvou minha perna de ser amputada - afirmou Vonn, ainda em recuperação e em cadeira de rodas. 1 de 1 Lindsey Vonn sofre queda grave durante prova de downhill nos Jogos de Inverno — Foto: Reprodução Lindsey Vonn sofre queda grave durante prova de downhill nos Jogos de Inverno — Foto: Reprodução “Eu sabia que era sério quando vi a equipe médica correndo”, disse a atleta. “A dor era insuportável e, por alguns momentos, pensei que nunca mais voltaria a andar normalmente.” Segundo Vonn, os médicos foram claros sobre o risco: “Minha perna esteve a um passo da amputação". Ela também fez questão de destacar o trabalho da equipe médica. “Sou eternamente grata ao cirurgião que tomou a decisão certa no momento certo. Ele salvou minha perna”, afirmou. Em tom de franqueza, acrescentou: “Foi o momento mais assustador da minha carreira. Já enfrentei muitas lesões, mas nunca algo que ameaçasse dessa forma a minha vida fora do esporte”. Lindsey também relatou o duro processo pós-acidente: longas semanas em hospital, necessidade de transfusão de sangue e dores intensas. Apesar disso, a campeã olímpica manteve um tom resiliente, ressaltando que não se arrepende da decisão de competir, mesmo após uma lesão no ligamento cruzado anterior pouco antes das olimpíadas. A recuperação completa, segundo ela, pode levar cerca de um ano, incluindo a possível remoção de material de fixação e nova cirurgia para reparar o ligamento.