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Análise dos Times

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Palmeiras João Fonseca Australian Open Copa Davis Jannik Sinner Carlos Alcaraz US Open Roland Garros Wimbledon Novak Djokovic Rio Open Alexander Zverev Ben Shelton Casper Ruud Thiago Monteiro Guilherme Teixeira

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Embora tenha sido marcada por lesões, a temporada de João Fonseca teve alguns bons momentos. E, entre suas 20 vitórias em 2026, em 33 partidas, o número 1 do Brasil e 29 do mundo saboreou a maior da carreira. Neste sábado, o carioca, de 20 anos, anunciou que só volta a jogar torneios ATP em 2027 . ➡️ As lágrimas de João Fonseca na Copa Davis representam alívio ➡️ Multicampeão, Wawrinka elogia brasileiros na Copa Davis ➡️ João Fonseca celebra vitória após nova lesão: 'Muito especial Depois de desistir dos ATP's de Adelaide e de Brisbane, ambos na Austrália, por conta de lesão na lombar, o brasileiro só foi vencer a primeira partida no terceiro torneio na temporada. Após perder nas estreias do Australian Open (para o americano Eliot Spizzirri, 85º do mundo)) e de Buenos Aires (onde defendia o título, para o chileno Alejandro Tabilo, 71º), João Fonseca desencantou no Rio Open. No entanto, só venceu o compatriota Thiago Monteiro (208º), sendo superado, na sequência, pelo peruano Ignacio Buse (91º). A primeira boa sequência do carioca, no ano, veio no torneio seguinte, em março, na quadra rápida do Masters 1000 de Indian Wells. Naquela semana, o pupilo do técnico Guilherme Teixeira superou o belga Raphael Collignon (77º), o russo Karen Khachanov (16 º) e o americano Tommy Paul (24º). Nas oitavas de final, seu melhor resultado até ali em torneios desse nível, o carioca caiu de pé diante do campeão, o italiano Jannik Sinner (2º), que venceu por duplo 7/6, salvando três set points no primeiro tie-break. De lá, o brasileiro seguiu para o Masters 1000 de Miami, onde despachou o húngaro Fabian Marozsan (46º). No entanto, na rodada seguinte, João acabou sendo superado, em mais um duelo inédito na temporada, pelo espanhol Carlos Alcaraz, então líder do ranking, por duplo 6/4. No saibro de Monte Carlo, em abril, o número 1 do Brasil saboreou sua melhor campanha na carreira em Masters 1000. E as vítimas foram o canadense Gabriel Diallo (36º), o francês Arthur Rinderknech (27º) e o italiano Matteo Berrettini (90º). Nas quartas de final, João Fonseca foi superado em três sets pelo então número 3 do ranking, o alemão Alexander Zverev. Ainda em abril e novamente na terra batida, dessa vez no ATP 500 de Munique, o carioca se vingou de Tabilo (45º) e voltou a despachar Rinderknech (26º). Nas quartas de final, no entanto, o número 1 do Brasil perdeu para o campeão, o americano Ben Shelton (6º), por 2 sets a 1. No mesmo mês, o brasileiro eliminou o experiente croata Marin Cilic (51º) na estreia do Masters 1000 de Madrid. Mas perdeu em seguida para o anfitrião Rafael Jodar (42º). O único revés de João Fonseca em rodada inicial em Masters, na temporada, aconteceu em Roma, em maio. Naquela semana, o polêmico sérvio Hamad Medjedovic (67º) pediu silêncio à torcida brasileira ao vencer a partida, de virada. A volta por cima veio com a melhor campanha em Grand Slams na carreira, com destaque para a maior vitória como profissional. Na terceira rodada de Roland Garros, em maio, o brasileiro derrotou ninguém menos do que o sérvio Novak Djokovic , de 39 anos , ex-número 1 do mundo e então quarto, de virada, após estar perdendo por 2 sets a 0. Era a primeira vez que o carioca jogava na quadra central do torneio francês. Então aos 19 anos, João se tornou o mais jovem a protagonizar uma virada tão grande contra o rival na carreira. Naquela campanha, o carioca também deixou pelo caminho o anfitrião Luka Pavlovic (241º), o sérvio Dino Prizmic (72º, em outra virada após estar 2 sets a 0 abaixo) e, nas oitavas de final, o norueguês Casper Ruud (16º). Nas quartas, no entanto, o número 1 do Brasil foi superado pelo tcheco Jakub Mensik (27º). Em junho, na curtíssima temporada de grama, João Fonseca somou duas vitórias (sobre o espanhol Roberto Bautista-Agut , 183º, e o holandês Jesper de Jong , 73º, ambas em Wimbledon) e duas derrotas. Seus algozes nesse piso foram o alemão Yannick Hanfmann (59º), na estreia do ATP 500 de Halle, na Alemanha, e o russo Roman Safiullin (132º), na terceira rodada em Londres. O brasileiro só retornou ao circuito em agosto, alcançando as oitavas de final no piso rápido do Masters de Montreal, no Canadá. Ali, o pupilo de Gui Teixeira deixou pelo caminho o grego Stefanos Tsitsipas (53º) e Ruud (14º), antes de sofrer nova derrota para Shelton (10º). No mesmo mês, no Masters 1000 de Cincinnati, João Fonseca superou o holandês Botic Van de Zandschulp (59º), na estreia. Entretanto, na rodada seguinte, quando enfrentaria o australiano Christopher O'Connell (129º), o brasileiro sequer entrou em quadra, com lesão no abdômen. O mesmo incômodo o fez desistir do quarto e último Grand Slam da temporada, o US Open, que começaria na semana seguinte. Mesmo sem ter se recuperado 100%, o número 1 do Brasil jogou no sacrifício sua primeira partida na carreira, pela Copa Davis, no país. O triunfo, de virada, sobre o suíço Dominic Stricker (262º), foi o 20º e último da temporada. O número 1 do Brasil, que começou o ano na mesma posição atual (29ª) do ranking mundial, deverá sair do top 40. Isso porque ele defenderia o título do ATP 500 da Basileia, a partir do dia 26, e a segunda rodada do Masters 1000 de Paris, em novembro. Apesar de ter encerrado a temporada em torneios ATP, o número 1 do Brasil estará em ação no dia 12 de dezembro, contra Alcaraz. A partida-exibição será realizada no Nubank Parque, o estádio do Palmeiras, em São Paulo.