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Esporte Futebol Copa do Mundo Noruega fará queixa à Fifa após interferência de Trump em caso Balogun Do UOL, em São Paulo 23/07/2026 09h39 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Balogun foi expulso pelo árbitro brasileio Raphael Claus durante a Copa do Mundo Imagem: Reprodução/Instagram A Federação Norueguesa de Futebol (NFF) disse que vai apresentar uma queixa formal à Fifa após o presidente dos EUA, Donald Trump, pedir a revisão da suspensão automática do atacante norte-americano Folarin Balogun . O que aconteceu A presidente da NFF, Lise Klaveness, afirmou que levará o caso ao conselho da entidade antes de formalizar a reclamação. Em entrevista ao The Times of London, ela disse: "Este caso foi tão grave e tão preocupante que espero que ele ajude as pessoas a se exporem um pouco mais e não tenham medo de levantar casos". Balogun, atacante da seleção masculina dos EUA, foi expulso na vitória sobre a Bósnia e Herzegovina na fase de 16 avos de final da Copa do Mundo. A punição deveria tirá-lo do jogo seguinte, contra a Bélgica, mas a Fifa suspendeu o gancho mesmo sem haver, de forma pública, um processo formal ou precedente para recurso, de acordo com o The Athletic. Tatiana Farah Renan Santos já anda com escolta da Polícia Federal Carla Araújo Nunes Marques desiste de selo de pesquisa Carlos Affonso Usar IA de ponta virou uma espécie de jogo do tigrinho José Paulo Kupfer Onda de tarifas de Trump pode ainda não ter acabado Trump confirmou que telefonou para Gianni Infantino, presidente da Fifa, para pedir uma revisão do caso. "Tudo o que eu fiz foi pedir uma revisão, porque eu não achei que foi falta. E, de novo, eu sou bom nisso. Acho que eles tomaram uma decisão brilhante. Acho que a marcação do árbitro foi horrível", afirmou o presidente dos EUA. Klaveness disse que a decisão foi vista como influenciada por forças externas e sem o devido processo. "Precisamos que nosso líder na Fifa diga que isso foi um erro", declarou ela ao The Times of London. A dirigente também criticou o que chamou de adaptação da Fifa a interesses de líderes políticos. "Se você começa a se adaptar desse jeito a líderes de Estado e à política de Estado, você muda o seu comportamento e o comportamento da organização, e também a linha vermelha do que líderes de Estado deveriam interferir. E isso aconteceu", disse. A Fifa afirma que a decisão sobre o caso Balogun foi tomada por um comitê disciplinar independente. Em comunicado durante o torneio, Infantino declarou: "Os órgãos judiciais da Fifa são independentes. Eles atuam de forma autônoma, aplicam o Código Disciplinar da Fifa e decidem casos com base nos regulamentos aplicáveis e nos fatos específicos. A independência deles é essencial para a credibilidade e a integridade do futebol, e isso deve sempre ser respeitado". Infantino também disse que conversou com Trump, mas negou interferência política no julgamento. Essa alegação, porém, depende de verificação independente sobre como se deu o processo interno e quais pressões externas foram consideradas. Copa 26 Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Trivia Trens não dá prazo para normalizar serviço; governo diz apurar caso Intestino preso? 6 estratégias que podem ajudar a fazer cocô Palmeiras tem dia decisivo por Danilo; escalação inviabiliza negócio Por votos da direita, Caiado sobe tom contra Flávio, e bolsonaristas reagem Depois de relatar ameaças, Renan Santos já anda com escolta da PF