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O Corinthians chegou à reta final do Campeonato Brasileiro sem um pênalti a favor e com quatro contra — uma estatística que pesa, mas não virou, nos bastidores, teoria de complô da CBF. A derrota por 3 a 1 para o Fluminense, na Neo Química Arena, reacendeu a discussão: Kaio César caiu após contato com Renê, e Fernando Diniz reclamou. Internamente, o clube considera que houve erro, mas também admite que a baixa produção ofensiva reduz as chances de chegar à marca da cal. [ ] Do lado de fora, a arbitragem dividiu opiniões: Ana Paula Oliveira e Guilherme Ceretta não viram pênalti no lance, embora Ceretta tenha apontado a falta de critério em decisões parecidas. A lembrança do Juventude, que terminou 2024 sem penalidades a favor, e a diferença para os números de Santos, São Paulo, Flamengo e Palmeiras deixam a estatística ainda mais incômoda — sem, contudo, provar perseguição. [ ] Em outra nota, de vocação quase improvável, João Gabriel levou um pedaço da formação corintiana até a Itália: ex-jogador da base do Corinthians, hoje no Como 1907 e convocado pela seleção principal do Líbano, ele combina quatro idiomas com a disciplina do kung fu. Ainda sem estrear como profissional, o zagueiro vê na passagem pelo clube brasileiro uma escola de garra e personalidade — lembrança que segue com ele na Europa. [ ]