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Futebol Conmebol aprova recuo da Fifa em plano polêmico e não participará de boicote da Uefa 06/08/2026 14h17 Deixe seu comentário Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol, e Gianni Infantino, presidente da Fifa Imagem: UEFA/UEFA via Getty Images Última entidade do planeta a se manifestar sobre o polêmico projeto de Gianni Infantino de criar um plano comercial na Fifa com investidores privados, sob a justificativa que tinha de avaliar as propostas, a Conmebol voltou a se posicionar nesta quinta-feira (6) e mostrou-se contrária às medidas extremas anunciadas pela Uefa. "Ante os acontecimentos que afetaram a família do futebol, o Conselho da Conmebol, reunido na data, celebra a decisão da Fifa de retirar a proposta do Fifa Forward Enterprise", divulgou a entidade sul-americana. A Conmebol aproveitou o recuo de Infantino para transmitir um voto de confiança à Fifa, que se tornou grande rival da Uefa, disposta a tudo para destituir seu presidente por causa do plano. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo De acordo com e entidade sul-americana, "tal medida expressa de maneira unânime a preocupação pelas reiteradas ações unilaterais adotadas sem recorrer ao diálogo ou aos mecanismos institucionais previstos para o tratamento deste tipo de situação." Assista aos jogos exclusivos da Copa da Rússia no UOL Play "Por questão de dias, o futebol passou a ocupar o centro de atenção mundial para a realização de um evento esportivo extraordinário para concentrar o debate público em assuntos vinculados ao seu governo. Nos últimos anos, a Fifa impulsou uma profunda reforma de seus Estatutos com o propósito de fortalecer a institucionalidade, a transparência e o bom governo, estabelecendo procedimentos claros e mecanismos específicos para resolver as controvérsias que poderiam suscitar dentro da família do futebol, garantindo o devido processo e o respeito pelas normas que rigorosamente nossa organização." Diferentemente de outras entidades, como a Uefa, em guerra declarada contra Infantino, a Conmebol foi mais comedida e vai na linha de que o recuo da Fifa é uma prova de respeito para com todos os envolvidos no mundo da bola. "Este marco institucional constitui uma garantia para todos. Por isso, quem tem a responsabilidade de conduzir nossas organizações deve privilegiar sempre o diálogo, o respeito às normas e a troca construtiva", seguiu. "Quando esses princípios se deixam de lado, perdemos o futebol e perdemos todos. E o futebol é de todos", destacou. Ainda na visão da Conmebol, o futuro do futebol só poderá ser construído com base no respeito à institucionalidade, à governança e aos procedimentos democráticos que representam as 211 Associações Membro da Fifa. Com essa sugestão, mostrou-se isenta no boicote a Infantino proposto por outras entidades. "A Conmebol não acompanhará nenhuma atuação ou procedimento que desconheça ou se aparte de seus mecanismos institucionais. O Conselho da Conmebol fez um chamado para preservar a unidade da família do futebol, atuar com responsabilidade institucional, fortalecer o diálogo e respeitar plenamente os mecanismos de governança. Porque, por mais de qualquer diferença, primeiro está o futebol." Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Qual exercício ajuda a aliviar gases e 'destravar' o intestino mais rápido? Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump Lula e Janja vão a SC pela 1ª vez na campanha e buscam voto feminino Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio