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Análise dos Times

Botafogo

Principal

Motivo: O artigo descreve uma atuação apática e com erros, culminando em vaias da torcida, indicando uma performance abaixo do esperado.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Motivo: O time venezuelano é retratado como adversário que se aproveitou dos erros do Botafogo para marcar, sem uma análise aprofundada de seu desempenho.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Palavras-Chave

Entidades Principais

sul-americana botafogo danilo montoro santi rodríguez arthur cabral matheus martins alex telles barboza raul junior santos bastos rodrigo bellão caracas caio roque franclim carvalho wilfred correa

Conteúdo Original

Nenhum técnico quer concluir sua primeira partida à frente de uma equipe sob vaias. Mas foi este o cenário vivido por Franclim Carvalho com o Botafogo , nesta quinta-feira, em empate por 1 a 1 com o Caracas. Na estreia do treinador português e do time na Sul-Americana, o clube carioca fez primeiro tempo apático e deixou a desejar no volume de chances criadas. Quando conseguiu pisar na área do Caracas, acabou esbarrando em si mesmo e em decisões ruins. O pouco tempo de trabalho de Franclim Carvalho à frente do Botafogo fez parte da torcida acreditar que o jogo do grupo E seria ideal para "fazer o feijão com arroz" — e, na prática, aproveitar a base deixada por Rodrigo Bellão como interino. O time teve quatro mudanças em relação aos titulares que venceram o Vasco no último fim de semana. Bastos assumiu o posto de Ferraresi na zaga, e Edenilson e Arthur Cabral deram lugar a Montoro e Santi Rodríguez; Caio Roque foi o titular pela lateral-esquerda devido às dores de Alex Telles na coxa. Escalação do Botafogo contra o Caracas: Raul; Vitinho, Bastos, Barboza e Caio Roque; Allan e Danilo; Santi Rodríguez, Montoro, Júnior Santos e Matheus Martins. + Franclim Carvalho reconhece jogo ruim em estreia no Botafogo: "Não estamos satisfeitos" 1 de 3 Botafogo x Caracas — Foto: MAURO PIMENTEL / AFP Botafogo x Caracas — Foto: MAURO PIMENTEL / AFP O primeiro tempo foi morno demais para um Botafogo que teve tanta superioridade na posse. Apesar de reter 71% da bola, o time carioca teve muitas dificuldades para gerar jogo com perigo de fato. Não à toa, o time fez uma única finalização no alvo de Benítez, já perto do fim da etapa, com Júnior Santos. Antes disso, Matheus Martins era quem tinha tido a melhor chance, com cabeceio mal direcionado, na primeira investida do Botafogo no jogo. O camisa 11 também protagonizou o lance do pênalti - marcado e posteriormente anulado após revisão no monitor -, após choque com Fereira dentro da área. Quando enfim conseguiu encaixar um contra-ataque, o Caracas viu o lance terminar em um escanteio - que gerou, por consequência, o gol de Wilfred Correa. Barboza auxiliou e muito os venezuelanos ao tentar afastar a bola, dando quase uma assistência para Correa bater na entrada da área e superar Raul. O time do Botafogo pareceu não saber como propor o jogo frente a um adversário que lhe deu espaços em demasia para criar e construir. Esse fato, somado à desvantagem no placar, gerou um cenário um tanto óbvio ao fim da etapa inicial: sonoras vaias no estádio Nilton Santos. + Atuações do Botafogo: Danilo e Arthur Cabral se salvam e garantem empate; dê suas notas 2 de 3 Arthur Cabral lamenta chance perdida em Botafogo x Caracas — Foto: André Durão Arthur Cabral lamenta chance perdida em Botafogo x Caracas — Foto: André Durão Franclim Carvalho tem méritos por ter enxergado, de imediato, o que o jogo pedia. O Botafogo cresceu e muito quando fez ajustes pontuais: no segundo tempo, Montoro passou a cair pela mais pela esquerda, Santi Rodríguez passou a povoar o meio e Júnior Santos assumiu a ponta direita. Além disso, a troca de Matheus Martins por Arthur Cabral se provou um acerto em poucos minutos. Danilo e Montoro se aproximaram e deram início à jogada do gol do Botafogo, com belo lançamento do camisa 10 para o volante infiltrado na área. A bola sobrou livre para Arthur Cabral, na sequência, deixar tudo igual e garantir um ponto ao Botafogo. Houve ainda outras chances de o Botafogo virar o jogo: Danilo parou em defesa de Benítez, um chute de Arthur Cabral beijou a trave e Barrera finalizou em cima do goleiro do Caracas. No geral, mesmo com o crescimento no segundo tempo, a falta de objetividade no último terço perdurou, assim como erros em tomadas de decisão. + Botafogo é punido pela CNRD e fica impedido de registrar jogadores por seis meses 3 de 3 Franclim Carvalho em Botafogo x Caracas — Foto: Vitor Silva/Botafogo. Franclim Carvalho em Botafogo x Caracas — Foto: Vitor Silva/Botafogo. O Botafogo terminou a partida sob novas vaias, tendo acumulado 15 finalizações contra 7 do Caracas; quatro foram no gol, contra cinco dos venezuelanos. — Fizemos um gol porque colocamos a bola na área, senão não faríamos. Tivemos três tiros de gol de de meia distância, nenhum foi na baliza, creio eu. Tivemos a oportunidade do Jordan (Barrera) na parte final. E outros em que precisávamos ser mais objetivos. Temos que entender quando é que para finalizar primeiro ou ficar com a bola. Não sei se é um problema da equipe ou não. Os jogadores têm tentado muito apresentar o que temos pedido — disse Franclim Carvalho. O Botafogo volta a campo no domingo, às 16h (horário de Brasília) para enfrentar o Coritiba, também no estádio Nilton Santos. A partida é válida pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. + ✅Clique aqui para seguir o canal ge Botafogo no WhatsApp 🗞️ Leia mais notícias do Botafogo 🎧 Ouça o podcast ge Botafogo 🎧 Assista: tudo sobre o Botafogo no ge, na Globo e no sportv 50 vídeos