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Opinião Futebol Sintético é solução? Colunistas debatem 'operação salva Maraca' no Flamengo Do UOL, em São Paulo 18/09/2026 15h19 Atualizada em 18/09/2026 15h22 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O gramado do Maracanã virou um problema urgente para o Consórcio Fla-Flu resolver e reacendeu o debate entre grama natural e sintética no futebol brasileiro, avaliaram os comentaristas do De Primeira , do Canal UOL. O repórter Bruno Braz apurou que a administração do Maracanã já trabalha com uma espécie de operação para "salvar" o campo até o fim da temporada. Ele citou a possibilidade de troca da grama e até a ampliação do horário de trabalho na manutenção. A informação que eu trago é que eles estudam até a possibilidade de dobrar os turnos, trabalhar até de madrugada no conserto desse gramado. Então o Maracanã vai fazer uma operação salva-campo aí pra ver se sustenta até o final do ano, que aí vai ter a troca de piso. Bruno Braz Matheus Pichonelli Flávio tira Moraes da TV e ganha reforço de Michelle A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Paulo Vinícius Coelho questionou o tom de incerteza sobre uma eventual troca e disse que o problema se arrasta há anos. Para ele, a discussão não deveria virar "ideológica" entre gramado sintético e natural, mas focar em ter um campo em boas condições. Sabe qual é o problema dessa notícia? É o verbo, pode. É você pensar que a primeira opção ainda não é a troca. Porque a notícia traz a informação de que a primeira opção é consertar. O que não tem tido conserto. Porque faz anos que a gente está discutindo isso. PVC Fabíola Andrade apontou o choque de datas entre jogos e shows como um fator que dificulta ainda mais o tempo de recuperação do gramado. Ela lembrou que o estádio vai receber um jogo de NFL e, na sequência, volta a ser usado pela dupla Fla-Flu em seus compromissos. Dia 27 é o jogo da NFL. E o Fluminense joga dia 8 de outubro. Não dá tempo pra você fazer... Tem que trocar. Fabíola Andrade PVC ampliou o diagnóstico e disse que o Maracanã não é caso isolado, citando outros estádios com problemas no campo. Na visão dele, o foco precisa ser a "condição dos gramados" no futebol brasileiro, sem transformar o tema em disputa de torcida. O gramado tem que ser bom. Bom, ponto. O que tem que resolver? Condição dos gramados. Gramados. PVC Continua após a publicidade Após a classificação do Flamengo, jogadores como Léo Ortiz criticaram a condição do campo e citaram o impacto no estilo de jogo. Segundo o colunista Mauro Cezar Pereira, a administração do estádio estuda uma troca do tapete natural após o jogo da NFL . O gramado tá praticamente impraticável, tá muito ruim. A gente sabe que vai enfrentar uma data FIFA agora, mas que o gramado não vai parar, vai ter NFL. O que será do gramado pro resto do ano? Espero que quem possa fazer alguma coisa faça, porque tá muito complicado de se jogar, ainda mais um time que gosta de jogar com a bola. Em alguns momentos, por isso que as pessoas falam do sintético, e às vezes tem que dar razão para elas, porque com gramados como esse, motiva muito a ter o sintético. Léo Ortiz, zagueiro do Flamengo Veja horários das lives do UOL Esporte Imagem: Arte/UOL Imagem: Arte/UOL Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer Dono de ONG bancada pelo governo mobiliza campanha paralela de Lula com aval de Janja Trump cumpre ameaça e restringe acesso de jornalistas à Casa Branca TSE aceita ação de Flávio Bolsonaro contra Lula por desfile no Carnaval Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump