🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Palavras-Chave

Entidades Principais

alex poatan ufc chute boxe diego lima sergei pavlovich diego lopes max holloway charles do bronx t-mobile arena justin gaethje ilia topuria

Conteúdo Original

O cinturão ‘BMF’ (atleta mais casca-grossa) do UFC , mesmo que de forma indireta, normalmente é atrelado a guerras dentro do octógono, majoritariamente realizadas em pé, com foco na trocação. O histórico de disputas do objeto simbólico da companhia também vai nessa direção, com boa parte desses confrontos, até então, sendo disputados dessa maneira. Mas curiosamente, o atual detentor do título discorda dessa percepção pública. Especialista em jiu-jitsu e maior finalizador da história do Ultimate , Charles ‘Do Bronx’ rechaça o estigma de combates unidimensionais dentro de uma modalidade multidisciplinar. Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, Charles citou seu triunfo contra Max Holloway como um desempenho digno de ‘BMF’. À época, a estratégia do brasileiro, que anulou o havaiano sobretudo apostando na luta agarrada, foi criticada por partes dos fãs e até mesmo por alguns lutadores e figuras de peso do ramo. Ciente do contexto, o atleta da ‘Chute Boxe Diego Lima’ garante que não se sente pressionado a mudar suas performances para se adaptar a um conceito de ‘casca-grossa’. Portanto, diante de Diego Lopes, em dezembro, Do Bronx prometeu, mais uma vez, mesclar diversas áreas da luta para sair com o braço erguido. “O que eu fiz com o Max, ninguém da divisão fez. Tirei o Max para nada, tanto em pé quanto no chão. Meu domínio de solo foi 100%. Mas dizem: ‘Ah, a luta de BMF tem que ir para se quebrar’. Então, sendo bem verdadeiro, o cinturão está aqui, leva para lá. Porque esse cinturão não serve para mim. Sou um lutador de MMA, sou um cara completo, tanto em pé quanto no chão. Para a luta com o Diego, estou indo sem pressão nenhuma. Simplesmente indo para mostrar um Charles melhor do que o contra o Gamrot, Max, e assim por diante. Cada vez mais completo no ‘game’. A gente não vai lutar boxe, muay-thai, wrestling ou jiu-jitsu. A gente vai fazer MMA. O que é o MMA? Mistura das artes. Estou indo 100% completo para essa luta”, opinou Oliveira. Com um ânimo acalorado e declarações mais incisivas, Do Bronx mostra que, mesmo aos 37 anos recém-completados, segue com a gana de chegar mais uma vez ao topo. Dono do cinturão ‘BMF’, apesar da recente declaração, o faixa-preta de jiu-jitsu deixou claro que, em caso de vitória no UFC 335, sobre o compatriota Diego Lopes , fará campanha por uma nova oportunidade de competir pelo cinturão linear dos pesos-leves. Não à toa, recentemente, Charles pressionou o atual campeão Justin Gaethje para definir seu futuro no esporte. Após desbancar Ilia Topuria na Casa Branca, o americano ainda não decidiu se dará continuidade à carreira ou se irá pendurar as luvas. Do Bronx e Diego Lopes lideram o último card numerado do ano, na ‘T-Mobile Arena’, em Las Vegas (EUA), no dia 12 de dezembro. No ‘co-main event’ da noite, outro astro do MMA nacional entra em ação. Em busca de uma nova oportunidade de competir pelo título dos pesos-pesados, Alex Poatan encara o gigante russo Sergei Pavlovich no UFC 335.