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Futebol Ancelotti já ajudou, mas também cometeu "injustiça" contra rival da estreia Marcelo Belpiede Do UOL, em São Paulo 12/06/2026 12h00 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Ancelotti e Brahim Diaz nos tempos de Real Madrid Imagem: Europa Press Sports/Europa Press via Getty Images A Copa do Mundo de 2026 coloca em evidência trajetórias que se cruzaram no futebol europeu. O duelo de abertura do grupo C vai marcar o reencontro de Carlo Ancelotti, técnico do Brasil, com o meia-atacante Brahim Díaz, destaque de Marrocos. Entre 2023 e 2025, os dois viveram uma parceria com muitos pontos positivos e até uma "injustiça" assumida publicamente pelo treinador nos tempos de Real Madrid. Aposta certeira Após passar três temporadas emprestado ao Milan, Brahim Díaz retornou ao clube merengue em 2023 sob a bênção de Ancelotti. O italiano foi o responsável por transformar o marroquino em um coringa no elenco. Sob o comando do treinador, o atleta mostrou ser polivalente: jogou aberto pelas pontas, como falso 9 e até recuado na linha de meio-campistas. O resultado dessa versatilidade veio nos números: em duas temporadas, a estrela africana anotou 18 gols e distribuiu 16 assistências no time espanhol. A boa produção vinda do banco de reservas fez torcida e imprensa espanhola cobrarem Ancelotti por mais minutos para o atacante na temporada 2023/24, mas a concorrência também era pesada. "Talvez eu tenha sido injusto (com o Brahim Díaz), não há nada de errado em dizer que ele poderia ter jogado mais minutos. É óbvio. Como justificativa, posso dizer que, na posição dele, embora ele possa jogar em outras, é onde Bellingham jogou bastante e jogou bem", ponderou o técnico, sem fugir da polêmica. Thiago Arantes Copa começou com 2 jogos ruins. E será assim mesmo José Fucs A narrativa de que Trump ameaça o Pix não é real Daniela Lima Alcolumbre sinaliza destravar análise da 6x1 Aline Sordili Anthropic monta rede de distribuição para o Claude Decisão contestada e apoio de Ancelotti O ano de 2024 foi marcante para Brahim Díaz, com a opção de preterir a seleção da Espanha - onde fez a base e chegou a estrear no profissional - para defender Marrocos, a nação de sua avó. Após questionamentos sobre o atleta, nascido na cidade espanhola de Málaga, Ancelotti foi a público para defendê-lo. "Brahim para nós é um jogador importante e pode ser para qualquer equipe. Ele escolheu onde o queriam e acho que escolheu bem, por Marrocos ser uma grande equipe, fez uma Copa do Mundo fantástica (em 2022) e Brahim vai agregar ainda mais", disse o treinador na época. Queda de produção sem o treinador O "divórcio" após a saída de Ancelotti do Real Madrid, no entanto, fez mal para o futebol do atacante. Desde a mudança no comando técnico do clube espanhol, o desempenho de Brahim Díaz despencou. Na temporada 2025/26, o marroquino viveu um ano de pouco brilho, marcando apenas dois gols em 42 partidas disputadas pelo time merengue. Agora, o meia-atacante chega ao Mundial pressionado por um trauma recente com a camisa de seu país. Na final da última Copa Africana de Nações contra Senegal, ele assumiu uma cobrança de pênalti no último minuto, mas arriscou uma cavadinha e desperdiçou a chance de marcar, tornando-se o alvo de muitas críticas. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Agora, a resposta passa por um grande desempenho na Copa e uma vitória justamente contra o seu antigo comandante e o tradicional futebol brasileiro. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Topógrafo desaparecido em MG sai da mata após achar água e lanterna Copa: a abertura na Cidade do México foi difícil até para o Chapolin Kaká cita pesquisas que o põem entre os piores do Real: 'Eu e Hazard' Juca Kfouri: 'Acho uma temeridade escalar Danilo titular na seleção' O maior risco do banheiro público não é o que você imagina