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Esporte Abel sobre polêmica: 'Árbitro foi muito simpático, não quis estragar final' Do UOL, em São Paulo 29/11/2025 21h48 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Abel Ferreira avaliou a atuação do árbitro argentino Darío Herrera durante a derrota do Palmeiras para o Flamengo por 1 a 0 , na final da Libertadores, em Lima. O português usou da ironia para comentar a conduta do juiz em um lance no primeiro tempo, quando Pulgar atingiu a canela de Bruno Fuchs com a sola da chuteira. Alguns duelos até fortes demais, acho que o árbitro foi muito simpático, não quis estragar a final, talvez. Há um lance extremamente duvidoso no primeiro tempo, que podia mudar o rumo do jogo, mas o árbitro entendeu que não era para vermelho. Vou me abster de falar mais disso. As imagens estão aí. Abel Ferreira O Palmeiras ficou na bronca com o árbitro . Darío Herrera deu apenas o cartão amarelo para Pulgar — ele atingiu Fuchs após o palmeirense arremessar a bola para longe depois de cometer uma falta em Arrascaeta. O VAR não chamou. Lara Mesquita Alguns políticos dão valor secundário à democracia Milly Lacombe Posição do Corinthians no Brasileiro é um milagre Joildo Santos 6 anos do massacre, e Paraisópolis espera justiça Sakamoto A melhor notícia para Lula na semana que passou O que mais Abel disse? Flamengo melhor . "Não vou justificar muito. Vou dizer que nosso adversário foi melhor, mais experiente, soube lidar com o momento de tensão da final. Acho que hoje a experiência ganhou da irreverência, foram melhores. O jogo foi decidido em um detalhe, mas eles foram melhores que nós hoje." Classificação e jogos libertadores O que faltou . "Apesar de termos um time jovem, nos faltou mais coragem e ousadia. A forma de jogar do nosso rival não é surpresa, eles dividem o time, cinco constroem e cinco atacam. Tentamos pressionar quando o Léo Pereira carregava a bola, mas acho que mais o que justificar... É dizer que eles foram melhores, são mais cascudos e experientes. O Flamengo foi melhor e ponto final." Mais experientes não ajudaram? "Não é justo dizer algo sobre eles [os mais experientes]. É um momento intenso. Todos tentaram, quiseram, mas o peso da final ficou nos detalhes. O maior risco que podemos cometer na vida é não arriscar." Pensa em trazer mais experiência em 2026? "Não. São times em momentos diferentes. O Palmeiras está com uma equipe em crescimentos e eles com uma madura. Vimos isso hoje. Danilo, Alex Sandro, Jorginho, Bruno Henrique... Entendo as críticas porque não fomos capazes de fazermos o jogo que queríamos por causa desse fator mental, da ousadia e coragem. O detalhe resolveu o jogo. Fica a experiência de um time construído ao longo do ano, com lesões importantes. Chegamos ao final da temporada e esses dois últimos meses foram muito duros para nós." Nervosismo evidente no jogo . "Só nos soltamos depois de sofrermos o gol. A estratégia defensiva estava certa, o problema não foi esse. Os meus jogadores quase sempre tocaram de primeira a bola. Em um jogo como esse, você tem de dominar a bola sob pressão, conduzir, driblar se for o caso... Se você só toca de primeira, você sente que tem um peso, que não há ousadia e coragem. Isso só aconteceu depois de sofrermos o gol. Foi tarde." Continua após a publicidade Relacionadas Abel vê Flamengo melhor em decisão: 'Experiência ganhou da irreverência' Flamengo vence Palmeiras com herói improvável e é tetra da Libertadores Apostas de Abel no Palmeiras falham em lance decisivo de final tensa Elenco caro não deu retorno? "Não é só sobre comprar jogadores caros. É preciso criar a mentalidade vencedora, criar essa casca. Compare o nosso ataque e a nossa defesa com a deles. Não consigo dizer que estou triste depois de tantas transferências, conseguimos chegar à decisão, deixamos escapar. É muito difícil ser consistente, veja o Botafogo. Fizemos o que podíamos entregar, tivemos lesões ao longo do ano. Perdemos nosso goleiro, o Lucas Evangelista, vendemos dois jogadores importantes, perdemos o jogador que mais produziu no Brasil no ano passado. Mesmo assim, fomos capazes de chegar inteiros em novembro. Foi um mês duro, difícil. Fica a experiência." Fla de 2025 igual ao de 2021 . "Eles jogam iguais. O Filipe Luís jogava como o Alex Sandro. Os zagueiros e o lateral-direito faziam o mesmo. O Gabigol fazia o que faz o Arrascaeta. As dinâmicas não são muitos diferentes, mas a equipe sim. Essa é uma equipe com muitas opções e com muita experiência, muito bem treinada pelo Filipe. Hoje, eles foram melhores. É um time muito agressivo, joga firme nos duelos." Acha que errou em algo? "O Abel erra muito e foram esses erros todos que me trouxeram até aqui. Algumas vitórias em meio aos erros também vieram. No futebol, ninguém perde sozinho. Entendo a cultura de onde você está. Felizmente, a cultura do clube onde eu trabalho é completamente diferente. Não sei qual a intenção com a pergunta, mas isso tem a ver com a cultura. O Zubeldía antes era muito ruim e agora é muito bom? É isso que querem dizer? Felizmente, não sou só avaliado pelos resultados. Se precisasse ser avaliado por hoje, eu ia embora. Quem está no clube avalia os resultados, os processos, a inovação que fazemos, a construção do elenco, a venda de jogadores, os títulos... As coisas aqui são diferentes." Não é momento de refletir . "Esse não é o momento certo para refletir. É um momento para aceitar a derrota, para dar os parabéns ao adversário e faltam mais dois jogos em um ano desgastante e intenso. Mudamos muita coisa no começo, no meio e no fim e competimos até o fim. Prometi sempre lutar até o final e, não, títulos." Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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