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Só para assinantes Assine UOL Opinião Colômbia e Suíça decidem nos penais e europeus prevalecem Juca Kfouri Colunista do UOL 07/07/2026 19h50 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Aos 60 minutos, diante de 0 a 0 insistente em Vancouver, no Canadá, a Colômbia sacou Arias e James Rodriguez para Quintero e Campaz tentarem furar a defesa da Suíça. Depois do tour colombiano pela Cidade do México, Guadalajara, Miami e Kansas City, o fecho do giro acontecia no Canadá, três países em 20 dias, os sul-americanos não reeditavam suas boas atuações contra Uzbequistão (3 a 1), RD Congo (1 a 0), Portugal (0 a 0) e Gana (1 a 0). Derrotar a Suíça significava botar dois sul-americanos na quartas e evitar a presença de seis europeus, além de garantir pelo menos um sul-americano nas semifinais, já que o adversário seria a Argentina. Juca Kfouri O VAR seletivo e a proteção à Argentina PVC Fifa abriu a porta do inferno com o caso Balogun João Paulo Charleaux Flávio calcula errado, e estratégia sai pela culatra José Paulo Kupfer FMI está mais otimista com o Brasil que os brasileiros França x Marrocos, Bélgica x Espanha e Inglaterra x Noruega já estavam garantidos. Mas o último jogo das oitavas transcorria sem cheiro de gol, também derradeira partida no Canadá. E veio a prorrogação para castigar corações, pulmõe e pernas dos litigantes, além dos olhos das testemunhas. Virgem Santa que a preguiça era tanta que os dois times apostavam nos pênaltis, alérgicos nem sequer aos gols, mas às tentativas de tirar os zeros do placar. Uma chatice! Quem só poderia estar adorando eram os argentinos, vendo os adversários nas quartas se desgastarem coisa que sirva. Provavelmente prefeririam os suíços, para evitar rivalidades continentais e a mais talentosa Colômbia. Continua após a publicidade Aos 8 minutos, enfim, bola no travessão suíço, em cabeçada do zagueiro Lucumí. Aos 10, Campaz quase surpreendeu o goleiro Kobel, que teve de se virar para evitar o 1 a 0, de fora da área, e de manchete. Aos 13, foi Vargas quem evitou a abertura do marcador, em chute à queima-roupa, mas havia impedimento na origem do lance. E vieram os 15 minutos finais para evitar a decisão da marca do pênalti. Ou não. Ao faltarem 5 minutos, Campaz teve a classificação à disposição e mandou a bola em Montreal. Barbaridade! A incapacidade de Campaz em decidir poderia ser decisiva. Continua após a publicidade Por paus ou por pedras, os 30 minutos da prorrogação foram melhores que os 90 do jogo. Kobel tem a altura de Cássio, 1,96m, 13 centímetros a mais que Vargas. Depois de 1 a 1, Sanchez bateu no travessão e a Suíça fez 2 a 1, friamente, preciso como um relógio. Campaz empatou e o zagueiro Akanji bateu em Toronto: 2 a 2. Kobel pegou e a Suíça fez 3 a 2. Luiz Diáz empatou, mas o Vargas suíço, filho de pai caribenho, classificou seu país contra o Vargas colombiano. Continua após a publicidade A Colômbia cai invicta e restou a Argentina para salvar a América. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Trump terá de pagar US$ 5,8 mi a escritora por abuso sexual Mudas de costela-de-adão serão fiscalizadas pelo governo; entenda regras Irã relata explosões no sul do país; EUA confirmam ataque Quem é o campeão de 98 que falou mal do Brasil e vê Ronaldo acima de Zidane Tripulação bêbada faz companhia aérea cancelar voo no Caribe