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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: A matéria foca nas investigações envolvendo a gestora do fundo da Arena e a preocupação do Corinthians com a situação, relatando os fatos de forma objetiva.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Corinthians Neo Química Arena PCC Polícia Federal Banco Master Banco Central Reag Trust DTVM Arena Fundo de Investimento CVM

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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte Empresa investigada investiu recursos da Neo Química Arena em próprio fundo Rodrigo Mattos Colunista do UOL 09/01/2026 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Neo Química Arena Imagem: Agência Corinthians Alvo de duas investigações - "Carbono Oculto" e Banco Master -, a empresa Reag Trust DTVM investiu dinheiro do estádio do Corinthians em um seu próprio fundo e em outros com ligações com a holding. A Reag é a administradora e gestora do fundo da Neo Química Arena. A diretoria corintiana está preocupada com as suspeitas em torno da Reag e já tomou medidas para tirá-la do fundo de seu estádio. A Reag assumiu a administração e gestão do "Arena Fundo de Investimento" em julho de 2023 em substituição à BRL Trust. Esse movimento ocorreu depois da revisão do acordo entre Caixa e Corinthians. Daniela Lima Europa acorda e entende que perigo bate à porta Milly Lacombe Repatriar Gerson é um golaço do Cruzeiro Sakamoto Paulinho usa Trump para criticar veto de Lula Juca Kfouri Resumo rápido do que foi Real x Atlético de Madri O fundo tem o Corinthians como cotista e tem o poder de controlar recursos e aprovar contratos da arena. Em agosto de 2025, a Polícia Federal deflagrou a operação "Carbono Oculto" em investigação de elos do PCC com o mercado financeiro. A Reag é uma das investigadas e sofreu buscas e apreensões em suas sedes. A empresa nega relação com a organização criminosa. No final de 2025, foi noticiado que o Banco Central notificou o MPF sobre suspeita de envolvimento da Reag e do Banco Master em fraudes. Os fundos da empresa podem ter sido usados ativos podres para garantir liquidez ao banco. O fundo da arena corintiana é abastecido pelas receitas da própria Neo Química. Em um trimestre, a renda chega a cerca de R$ 30 milhões entre alugueis e outras receitas. Quando a Reag assumiu, o Arena Fundo Imobiliário tinha apenas R$ 2,7 milhões guardados, entre aplicações e caixa. A partir daí, foi acumulando dinheiro e aplicando em fundos. O primeiro foi o Money Market, que tem a Reag como gestora. Havia R$ 11,4 milhões neste fundo no meio de 2024. Continua após a publicidade Em junho de 2025, havia um total de R$ 13 milhões no fundo. Desse total, R$ 11,9 milhões estavam aplicados no FIRF Reag Cash II. Trata-se de um fundo da própria Reag. O dinheiro deste fundo está aplicado, além de títulos do governo, em outros fundos como o Empírica Soberano (pertencia ao Reag) e o Qista (cujo CEO é ex-conselheiro da Reag). Ao final de 2025, havia R$ 20 milhões do fundo da Neo Química em fundos privados. Não é possível saber em que fundos estão o dinheiro porque o relatório é menos completo do que os trimestrais. Em janeiro de 2025, o Ministério Público de São Paulo, que já investiga as contas do Corinthians em outros casos, pediu a instauração de um inquérito a PF sobre as operações da Reag no fundo da Neo Química. As notícias causaram muita preocupação na diretoria do Corinthians. Tanto que foi iniciada a transferência dos recursos do fundo da Neo Química para outra gestora. Segundo fonte do clube, esse processo está em fase final e deve ser concluído em breve. Continua após a publicidade Em nota, a Reag afirmou que respeita todas as regulações da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) na gestão dos valores do fundo da Neo Química. E agora práticas de mercado. "Como administradora e gestora do Arena Fundo desde julho de 2023, a Reag adota exclusivamente instrumentos autorizados pela regulamentação. O dinheiro em caixa é alocado em fundos de renda fixa e de liquidez, opção usual no mercado e compatível com as regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a legislação. Esses veículos atendem a requisitos de segurança, liquidez e rentabilidade para a preservação do patrimônio do fundo até o uso desses recursos nas operações imobiliárias previstas no regulamento." A Reag não comentou a intenção do Corinthians de tirá-la da gestão do fundo. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rodrigo Mattos por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Julio Gomes: Cruzeiro pode disputar títulos, mas não iguala Fla e Palmeiras Filha de Tays Reis e Biel passa por cirurgia de emergência após queda Venezuela liberta mais dois presos políticos; total chega a sete Grêmio insiste em contratar Weverton e irrita diretoria do Palmeiras Copinha: Palmeiras faz 9 a 0 no Batalhão-TO com 4 gols de joia de 16 anos