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No calor do Maracanã, o Flamengo venceu o Racing por 1 a 0, num finalzinho de enforque — gol de Carrascal que fez a torcida explodir e deixou a sequência da semifinal mais viva do que o placar magro sugeria [ , , ]. Nem tudo foi festa: Pedro deixou a partida sentindo forte dor no antebraço após uma dividida e foi encaminhado ao hospital para exames — a preocupação rondou o vestiário e justificou substituições táticas do técnico durante o jogo [ , ]. Filipe Luís foi figura central na leitura da partida: explicou por que Carrascal começou jogando, justificou tirar Arrascaeta e trouxe Samuel Lino e Bruno Henrique para alterar o ritmo — decisões que, segundo vários comentaristas, ajudaram a mudar a história do jogo sem, contudo, transformar o placar em goleada [ , , ]. Samuel Lino entrou do banco e teve papel importante na reação: perdeu um gol que foi anulado por impedimento semiautomático e deixou os debates sobre cobrança e expectativa da torcida ainda mais acesos — colunistas defenderam que, tirando o peso dos milhões pagos, o jogador pode crescer nos próximos jogos [ , ]. A arbitragem virou assunto quase clássico: o juiz Jesús Valenzuela foi elogiado pelo treinador flamenguista por sua serenidade, enquanto ex-árbitros deram versões diferentes sobre um lance polêmico envolvendo Sosa e Carrascal — um gol argentino foi anulado por falta e o VAR, segundo relatos, não interferiu no momento decisivo, o que alimentou discussões técnicas e passionais na sequência da partida [ , , ]. No balanço final, a vitória por 1 a 0 foi celebrada como um "passo enorme" e também analisada com cautela: estatísticas e relatos de quem viu o jogo apontam domínio rubro-negro (muitas finalizações, ampla posse), mas um placar que obriga atenção na volta, no El Cilindro, em Buenos Aires — a vantagem do empate existe, mas a leitura coletiva pede humildade e foco para a missão na Argentina [ , , ]. Se houve um sentimento predominante ao fim da noite, foi o de alívio temperado por vigilância: o Flamengo ganhou no Maracanã, convenceu em partes, sofreu com um susto físico e entra na Argentina com a responsabilidade de transformar esta vantagem simbólica em vaga na final — um roteiro repetido em mata-mata que os jogadores prometem encerrar com entrega total na volta [ , , ].