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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Palmeiras tem razões técnicas, físicas e táticas para a queda de rendimento Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 17/08/2026 11h03 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Giay na derrota para o Fluminense, no Maracanã Imagem: Thiago Ribeiro/AGIF A entrevista coletiva do técnico do Flamengo, Leonardo Jardim, depois do empate contra o Internacional, ajuda a entender a crise do Palmeiras. Não que uma coisa tenha direta ligação com a outra, mas Jardim argumentou com razão que os dois meses sem treinar os nove convocados para a Copa do Mundo tinham grande parcela na dificuldade que o Flamengo apresentava. Naquela época, um dia depois do empate contra o Internacional, dizia-se que Leonardo Jardim havia perdido todo o conteúdo deixado por Filipe Luís. O Flamengo passou dez dias sem jogar, venceu o Vitoria com boa atuação, e o técnico português afirmou: "Eu só tenho de acreditar no treino. Venho de campeonatos, na Europa e na Ásia, em que há tempo para treinar. Aqui no Brasil, não dá tempo." O Palmeiras padece de um mal parecido. Teve sete jogadores na Copa do Mundo, dos quais Gustavo Gómez e Flaco López voltaram em bom nível, não igual ao pré-Mundial. Murilo perdeu a força física com os dois meses de paralisação e precisa muito de sua musculatura em forma. Está jogando mal. Vítor Roque e Piquerez tiveram lesão de ligamento do tornozelo. Nem sempre o retorno é fácil. Não está sendo em nenhum dos dois casos. Jhon Arias voltou mal da Copa. E Carlos Miguel... Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Bem, aqui não se cometerá o erro de atribuir todos os erros ao goleiro, assim como parte das pessoas atribuem apenas a Abel Ferreira. Mas Carlos Miguel falhou, de alguma forma, em seis dos onze gols sofridos pelo Palmeiras depois da Copa. O de fora da área do Coritiba, da intermediária do Fortaleza, em Cuiabá, no mesmo jogo a bola rebatida na canela de Murilo, que virou gol contra, os dois gols contra o Atlético e o que passou por baixo de seu corpo, contra o Cerro Porteño. Os três zagueiros podem ser um problema? Até podem, mas foram solução na recuperação de 2023, quando o Brasileirão parecia perdido. Primeiro com Luan, Gustavo Gómez e Murilo, depois com Marcos Rocha atuando como beque, depois que Luan se machucou. Não parece ser o maior defeito. Muito perigoso sugerir que a torcida não deve tolerar as atuações ruins. Primeiro, porque não são todas. Há onze jogos, Flamengo 0 x 3 Palmeiras. O quinto de trás para a frente é o 3 x 0 no Fortaleza. O sétimo, Coritiba 1 x 3 Palmeiras. Jogou bem. Mesmo na derrota contra o Galo, com 66% de posse de bola e 16 finalizações, não jogou mal. Podia ser melhor, mas não foi ruim. Segundo, porque muitos torcedores uniformizados têm histórico de intolerância. Melhor, não correr o risco de estimular. Continua após a publicidade O Palmeiras precisa se classificar contra o Cerro Porteño. Depois, precisa treinar e jogar melhor. A torcida já sabe disso. Abel Ferreira e os jogadores também sabem. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Lula e Janja vão a SC pela 1ª vez na campanha e buscam voto feminino Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar Carol Peixinho e Thiaguinho celebram um ano do filho: 'Tudo para mim' Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer