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Esporte Corinthians: MP investiga uso de recursos para bancar segurança privada de Stabile São Paulo 11/08/2026 17h31 Deixe seu comentário Osmar Stabile assumiu efetivamente a presidência do Corinthians há pouco menos de um ano Imagem: Ettore Chiereguini/AGIF O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) abriu, nesta terça-feira, uma investigação para apurar o uso de recursos do Corinthians no pagamento de serviços de segurança privada para o presidente do clube, Osmar Stabile. A informação foi publicada inicialmente pelo GE e confirmada pelo Estadão. A Bear Security, empresa contratada pelo dirigente, operava dentro do Parque São Jorge e estaria irregular junto à Polícia Federal. A regularidade e a finalidade dessa contratação são o objeto central da investigação, que busca esclarecer se o acordo previa prestação de serviços em benefício privado de Stabile ou para o clube como um todo. Quando o caso veio à tona, em junho, o Corinthians afirmou que Stabile "solicitou a contratação da empresa por relação de confiança nos profissionais" e que o contrato "passou pelo sistema de compliance". Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Na portaria, o promotor Cássio Conserino viu similaridade com casos que envolvem ex-presidentes do clube — ele também investiga Andrés Sanchez e Duilio Monteiro Alves. "A situação é similar àquela dos cartões corporativos (já judicializada), pois o presidente da entidade desportiva está auferindo remuneração direta com o pagamento das despesas da empresa de segurança pelo Corinthians", afirmou. Fundada em janeiro de 2025, a Bear Security tem registros de serviços prestados apenas ao clube, no valor de R$ 586.987,65 — como mostrou reportagem do Sport Insider, em junho. Sediada no bairro do Realengo, a empresa tem em seu quadro dois profissionais que foram policiais militares e trabalharam para o presidente do Corinthians e familiares antes da posse. Em outubro de 2024, os dois viajaram ao Nordeste com Stabile, à época vice-presidente de Augusto Melo, para um casamento. De acordo com Conserino, a situação viola o estatuto do clube e pode configurar crimes de apropriação indébita ou estelionato. Ele também citou um artigo do regimento interno que determina a não remuneração a dirigentes. O promotor determinou que o Corinthians e seus conselhos prestem esclarecimentos imediatos sobre o fluxo desses pagamentos e a legitimidade da contratação. Caso as suspeitas se confirmem, o benefício patrimonial direto ao dirigente pode ameaçar inclusive as isenções fiscais da instituição desportiva. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Qual exercício ajuda a aliviar gases e 'destravar' o intestino mais rápido? Carol Peixinho e Thiaguinho celebram um ano do filho: 'Tudo para mim' Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Ídolo na Ítalia, Sandro Mazzola morre aos 83 anos