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Esporte Futebol Copa do Mundo Fifa mantém cartão amarelo que pode tirar Michael Olise da semifinal Paulo Vinicius Coelho (PVC) e Danilo Lavieri Colunistas do UOL, em Boston (EUA) 08/07/2026 12h16 Atualizada em 08/07/2026 12h56 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Olise levou amarelo em lance com Galarza, nas oitavas de final Imagem: AL BELLO / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP O técnico da França, Didier Deschamps, informou na véspera das quartas de final contra Marrocos que a Fifa rejeitou o pedido pela anulação do cartão amarelo de Michael Olise. O pedido francês aconteceu porque as imagens mostraram simulação de Matías Galarza, do Paraguai . De fato, o camisa 11 não tocou no volante paraguaio na jogada em que recebeu o amarelo. Como a Fifa abriu a guarda ao cancelar o cartão vermelho para Balogun, dos Estados Unidos, no jogo pela 2ª fase, os franceses entenderam que a punição a Olise poderia ter o mesmo caminho. Juca Kfouri O VAR seletivo e a proteção à Argentina PVC Fifa abriu a porta do inferno com o caso Balogun João Paulo Charleaux Flávio calcula errado, e estratégia sai pela culatra José Paulo Kupfer FMI está mais otimista com o Brasil que os brasileiros "Nós recebemos a confirmação da Fifa de que o cartão amarelo está mantido", disse Deschamps hoje, em Boston — local da partida de amanhã contra Marrocos, às 17h (de Brasília). A França não avança no protesto, mas está claro o pensamento de que esta Copa do Mundo tem decisões com pesos diferentes diante de situações semelhantes. Há dois dias, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, confirmou ter recebido telefonema do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump , mas argumentou que também recebe ligações de outros chefes de Estado e de governo. Também disse que a decisão da anistia foi do Comitê Disciplinar, órgão independente da Fifa. O presidente do Comitê Disciplinar da Fifa, Mohamad Al Khamali, disse que a revisão é comum. Porém, os fatos não mostram isso. Balogun foi o único caso de anistia, sem cumprir suspensão automática, após um cartão vermelho em jogo de Copa — Garrincha foi anistiado da expulsão contra o Chile, na semifinal, e jogou a final contra a Tchecoslováquia, porém não tinha recebido o vermelho, porque os cartões só foram aplicados a partir do Mundial de 70. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Arsenal prepara oferta final de meio bilhão de reais por Bruno Guimarães Flamengo vence Lausanne com protagonismo da base em amistoso em Portugal Pressão de Trump põe Fifa em encruzilhada e pode ajudar Claus na Copa Copa do Mundo: VAR e Trump alimentam suspeitas e teorias conspiratórias Irã relata explosões no sul do país; EUA confirmam ataque