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Foi dia de expectativa e ansiedade em Itaquera: o Corinthians espera voltar a contar com o retorno de lesionados para o clássico contra o São Paulo, marcado para o dia 20 de novembro, às 19h30, na Neo Química Arena, pela 34
rodada do Brasileirão. Hugo Souza (trauma na coxa esquerda), André Luiz (ruptura do ligamento do tornozelo direito) e Vitinho (lesão no menisco medial do joelho direito) seguem no departamento médico, mas o técnico Dorival Júnior projeta que estejam em condições para o próximo duelo, ou quem sabe para o Majestoso, já com a data FIFA ao redor. O Timão terá 11 dias de pausa por causa da paralisação, com amistosos da Seleção Brasileira contra Senegal e Tunísia no horizonte. Vitinho tem ganhado tempo de treino com bola, o que alimenta a esperança de recuperação rápida. [ ] Enquanto o elenco lida com as ausências, Memphis Depay surge como a aposta que pode manter o Timão competitivo em alto nível até a Copa do Mundo. O estafe do atacante holandês vê o Corinthians como o melhor ambiente para chegar bem à competição, com possibilidade de protagonismo e remuneração que chegam a R$ 6 milhões por mês. Mesmo após a derrota recente para o Ceará, Memphish acredita que há continuidade no Timão e que a jornada pode render convocações para a Oranje. O interesse fica ainda mais claro pela combinação de visibilidade, salário e projeto técnico. [ ] Já no campo, Dorival Júnior não escondeu a frustração com o cartão amarelo recebido por Rodrigo Garro faltando poucos segundos para o fim do duelo com o Ceará, o que o tira do Majestoso. O treinador disse que o cartão faz parte do calor da partida, mas que haverá de buscar uma solução para substituir Garro caso necessário: o ataque exige jogadas que funcionem mesmo sem o compatriota. O Timão volta a pensar no clássico com São Paulo em meio a esse quebra‑cabeça emocional e técnico. [ ] Na leitura mais analítica da cobertura, o ge aponta que o Corinthians se afasta da vaga direta via Brasileirão e precisa reforçar a mente para o restante da temporada, antes de chegar à Libertadores. As mudanças táticas, incluindo o retorno ao 4-3-3 com entradas de André Ramalho e Dieguinho, expõem fragilidades e apontam para a necessidade de entrosamento. Em campo, houve sequência de momentos ofensivos, inclusive um cruzamento que gerou oportunidade para Gustavo Henrique, mas acabou virando apenas uma aproximação de gol. O recado é claro: resta quatro jogos no Brasileirão antes da semifinal da Copa do Brasil contra o Cruzeiro, e a mentalidade pode ser tão decisiva quanto a técnica. [ ]