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Análise dos Times

São Paulo

Principal

Motivo: O artigo detalha as razões internas do clube para a demissão, apresentando a perspectiva da diretoria e criticando as ações do técnico. Há uma ênfase nos motivos que levaram à sua saída.

Viés da Menção (Score: -0.2)

Motivo: Mencionado apenas como um clube que fez investida por um jogador do São Paulo, sem análise de viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado apenas como um clube que fez investida por um jogador do São Paulo, sem análise de viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como o clube atual de um jogador que o São Paulo tentou contratar, sem análise de viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como o clube de origem de um jogador que o São Paulo tentou contratar, sem análise de viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Ldu

Motivo: Mencionado em um contexto de eliminação do São Paulo na Libertadores, sem análise de viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado em um contexto de jogo do Campeonato Paulista, sem análise de viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Botafogo São Paulo Corinthians Palmeiras Boca Juniors Hernán Crespo Rigoni LDU Alisson Danielzinho Marcos Antônio Luan Cauly Matheus Dória Rafinha Harry Massis Júnior Carlos Coronel Lucas Ramón Christian Medina Kevin Zenón

Conteúdo Original

Futebol Gestão de elenco, discurso e reforços: bastidores da demissão de Crespo Valentin Furlan Do UOL, em Sça 10/03/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Hernán Crespo, técnico do São Paulo, em ação contra o Primavera, pelo Campeonato Paulista Imagem: Marcello Zambrana/AGIF A demissão do técnico Hernán Crespo do São Paulo possui três principais motivos: o modo como o argentino gerenciava o elenco, discurso desconectado ao que o clube defendia e pedidos 'fora da realidade' de reforços. Discurso fora do tom O UOL apurou que a alta cúpula são-paulina se incomodou com a fala de Cerspo sobre a luta do São Paulo em 2026 ser contra o rebaixamento, em fevereiro. Após o Choque-Rei pela primeira fase do Paulistão, o argentino falou que o cenário do time era crítico e afirmou que o São Paulo precisava mirar a permanência na Série A: Daniela Lima 'Não sou desertor', disse Haddad sobre candidatura Marco Antonio Sabino PCC é grupo terrorista há anos; governo não sabe? João Paulo Charleaux Decisão de Trump sobre facções acerta na eleição Mauro Cezar Flu perdeu a ótima chance de derrotar o Fla em crise No clube tem muita gente boa e honesta. Está difícil, muito difícil. Avaliar a situação do time e do resultado não é justo. É difícil, claro, estamos acostumados a outra coisa, mas, ao mesmo tempo, esta é uma consequência do passado, mas uma coisa do presente. (...) Neste momento, é ainda pior. 45 pontos. Hernán Crespo A fala não caiu bem. Internamente, dirigentes entendem que, mesmo reconhecendo a realidade esportiva e administrativa, o São Paulo não pode assumir publicamente um discurso considerado excessivamente modesto, sobretudo no início de um Brasileirão que pode representar um vexame histórico em caso de queda. O presidente do clube, Harry Massis Júnior, foi o primeiro a se manifestar e discordou abertamente do treinador: Nós não vamos pensar em 45, nós vamos subir mais. Temos que tentar classificação para a Libertadores. Se é o 8º lugar, temos que ter esse lugar assegurado. 45 pontos ele foi muito modesto. Presidente do São Paulo, depois da final da Copinha Então recém-contratado novo gerente esportivo do São Paulo, Rafinha também fez questão de rebater o discurso do técnico em um programa de TV: Isso não vai mais acontecer. Não pode acontecer isso no São Paulo. Acabou isso. Temos que olhar para a frente, sem soberba, encarar a nossa realidade, mas não é terra arrasada. O São Paulo é um clube gigante. Esse discurso de perdedor, de fracassado, de medo, não cabe no São Paulo. Rafinha, gerente esportivo do clube, ao Seleção SporTV Continua após a publicidade Gestão de elenco O UOL também apurou que algumas questões relacionadas à gestão de elenco do clube vinham incomodando. Existia concepção que faltava 'habilidade' do treinador para solucionar questões específicas, como na gerência de jogadores com interesse de deixar o clube. Alisson e Marcos Antônio, que sofreram investidas de Corinthians e Flamengo, respectivamente, foram casos levantados por fontes ouvidas. A opinião geral transmitida à reportagem é que o técnico muitas vezes 'deixava a porta aberta' às saídas, ao invés de tentar contornar a situação. Algumas decisões pontuais em momentos importantes da temporada também foram lembrados. Rigoni como ala-esquerdo na eliminação para a LDU, na Libertadores do ano passado, e Luan titular no lugar de Danielzinho contra o Palmeiras não agradaram internamente e foram consideradas prejudiciais. Pedidos (não atendidos) de reforços A estratégia na janela de transferências também desgastou a relação do treinador com a diretoria tricolor. Continua após a publicidade Ao UOL, fontes próximas à alta cúpula revelaram que Crespo fazia pedido frequentes por reforços — muitas vezes interpretado como 'desconectado' à realidade financeira da equipe. Dois citados por fontes ouvidas foram: Christian Medina, então no Racing e hoje no Botafogo, e Kevin Zenón, do Boca Juniors. Ambos não avançaram em tratativas com o Morumbis pelas altas pedidas por liberação. No final das contas, nenhuma das cinco contratações nesta janela — Danielzinho, Carlos Coronel, Matheus Dória, Lucas Ramón e Cauly — partiram de indicações do técnico. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Brothers separam Jordana e Chaiany durante treta ao vivo no BBB 26 Ratinho critica trocas no horário do programa no SBT: 'Não peço as contas' Ana Paula para Babu em Sincerão do BBB 26: 'Não tenho medo de homem' Nova parcial da enquete UOL BBB atualizada: quem será o próximo eliminado Policiais mulheres limparam apartamento onde PM foi baleada, diz testemunha