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Análise dos Times

Campinense

Principal

Motivo: O artigo foca no estádio do Campinense e na perspectiva de seu uso futuro para jogos oficiais, demonstrando um interesse em seu desenvolvimento e infraestrutura.

Viés da Menção (Score: 0.4)

Motivo: O Treze é mencionado brevemente como um time que também busca locais alternativos para treinos, sem demonstração de viés a favor ou contra.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Campinense Evaristo Piza Treze Renatão Renato Cunha Lima Wellington Monteiro

Conteúdo Original

Campinense e Treze buscam locais alternativos para treinos Na última quarta-feira (12), o Estádio Renato Cunha Lima , ou apenas o Renatão , completou 20 anos de inauguração. O objetivo com a construção era transformar o local na casa do Campinense , que, por cerca de 40 anos, utilizou o Estádio Municipal Plínio Lemos, no bairro de José Pinheiro. Porém, a “Toca da Raposa” nunca recebeu um jogo oficial e é utilizada apenas como centro de treinamento. + CLIQUE AQUI para receber as notícias da Raposa em primeira mão, pelo WhatsApp 1 de 3 Estádio Renatão, sede do Campinense — Foto: Bruno Rafael / TV Paraíba Estádio Renatão, sede do Campinense — Foto: Bruno Rafael / TV Paraíba Fundado como clube social, em 12 de abril de 1915, o Campinense iniciou a sua trajetória no futebol apenas em 1954. Nos primeiros anos, a equipe utilizou o Estádio Municipal Plínio Lemos, que serviu como casa para a Raposa até 2005, quando a Prefeitura de Campina Grande passou a utilizar o equipamento como um centro de atividades culturais e esportivas. + Piza avalia Renatão para pré-temporada do Campinense e rebate Fillipe Félix: "Deselegante" Assim, com o apoio dos torcedores, o dirigente Renato Cunha Lima liderou o projeto de construção do estádio que, posteriormente, levaria o nome do seu principal mentor. Inicialmente, com capacidade para 4 mil torcedores, o Renatão nunca chegou ao seu principal objetivo: receber jogos oficiais e fazer do local a verdadeira casa do Campinense. 2 de 3 Renato Cunha Lima, ex-presidente do Campinense — Foto: Silas Batista / GloboEsporte.com Renato Cunha Lima, ex-presidente do Campinense — Foto: Silas Batista / GloboEsporte.com Apesar de o gramado contar com as dimensões oficiais da Fifa para a realização de partidas do Campeonato Paraibano e da Série D (90 metros de comprimento e 45 de largura), questões estruturais e no próprio campo acabam atrapalhando o desejo do torcedor de acompanhar a Raposa no Renatão. Em contato com o ge , o diretor administrativo e financeiro destacou as dificuldades de mandar jogos no estádio. + Confira o elenco do Campinense para 2026 — O local tem passado por várias melhorias estruturais, físicas e também no gramado. A diretoria enxerga com naturalidade o fato de o estádio ainda não ter recebido jogos oficiais, até porque o foco principal sempre foi ser um centro de treinamento. Mas, claro, existe sim o desejo de que, no futuro, o Renatão possa sediar jogos oficiais, o que seria mais um passo importante na valorização da nossa estrutura — afirmou Wellington Monteiro. 3 de 3 Wellington Monteiro, diretor administrativo e financeiro do Campinense — Foto: Agenilson Figueredo/Campinense Wellington Monteiro, diretor administrativo e financeiro do Campinense — Foto: Agenilson Figueredo/Campinense + Siga o canal do ge Paraíba no WhatsApp! A praça esportiva sedia jogos apenas em pré-temporadas do Campinense, partidas das categorias de base e em campeonatos do futebol de várzea. A preparação da Raposa para a temporada de 2026 deve iniciar no Renatão apenas na segunda semana de dezembro. Enquanto isso, os comandados de Evaristo Piza devem realizar os treinamentos nas cidades de Massaranduba e Serra Redonda. *Estagiário sob a supervisão de Cisco Nobre. Leia mais notícias do esporte paraibano no ge.globo.com/pb