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Análise dos Times

Motivo: O texto aponta que o Bahia 'não fez nada bonito' e deixou 'má impressão', indicando uma crítica à performance.

Viés da Menção (Score: -0.3)

Botafogo

Principal

Motivo: Apesar das dificuldades e erros, o texto foca na resiliência e nas chances criadas pelo Botafogo, minimizando o 'inferno de Potosi' e prevendo sucesso futuro.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: O time é retratado de forma secundária, sendo a altitude o principal fator de seu jogo, e o autor chega a chamar o Potosí de 'quase uma piada'.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Motivo: A análise sobre o O'Higgins é breve e não apresenta um viés claro, focando mais na performance do Bahia.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Botafogo Bahia Juca Kfouri Vitinho Montoro Newton O'Higgins Matheus Martins Jordan Barrera Pré-Libertadores Nacional Potosí Baldomar

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Bahia perde no Chile e Botafogo no inferno de Potosí Juca Kfouri Colunista do UOL 18/02/2026 23h25 Deixe seu comentário Matheus Martins em ação durante Nacional Potosí x Botafogo, pela pré-Libertadores Imagem: Vitor Silva/Botafogo Carregando player de áudio Ler resumo da notícia O Bahia foi jogar em Roncagua, no Chile, e não fez nada bonito, muito ao contrário. Sofreu um golaço de González logo no terceiro minuto, dominou o jogo contra o O'Higgins, mas não foi capaz de acertar o gol nem uma vez sequer. É claro que na Fonte Nova tem tudo para fazer diferente, mas deixou má impressão na estreia da pré-Libertadores. Juca Kfouri Bahia perde, e Botafogo cai no inferno de Potosí Alexandre Borges Você se orgulha do seu país? Sakamoto Mimimi de Carnaval não decide eleição Josias de Souza Inquérito das fake news virou multiuso Já Botafogo foi jogar pertinho do céu e penou como se estivesse no inferno. Pressão de torcida não havia, mas o ar rarefeito é pior que a Bombonera lotada. Potosí fica a 4.090 metros de altitude e é daquelas cidades nas quais os aviões decolam para pousar. O Nacional boliviano está longe de ser do escalão mais alto do continente e se tivesse torcida atuante jogaria com 14 jogadores em seu estádio, porque a altitude faz o papel do 12º e do 13º jogadores. Em circunstâncias assim, em regra, o segundo tempo é sofrimento desumano, porque os pulmões rogam por oxigênio, a boca fica seca e o cérebro também padece da falta de oxigenação. Só que o Botafogo, preparado para se defender desde o início exatamente com a ideia de preservar o físico para a etapa final, foi amassado desde o pontapé inicial. Continua após a publicidade Bola na trave, chances aos montes desperdiçadas, o Glorioso resistia só sabem os deuses dos estádios como. No máximo ameaçava em raros contra-ataques invariavelmente cortados no último passe, exceção feita a um, aos 34 minutos, quando Jordan Barrera, na segunda finalização brasileira, quase abriu o placar. Três minutos depois foi a vez de Newton perder grande chance. E, aos 43, Matheus Martins perdeu a melhor chance da partida, sem que haja desculpas para tamanho erro, ele e o goleiro cara a cara. Mas, bem ou mal, submetido à fuzilaria de 15 finalizações bolivianas, o Botafogo saiu ileso dos 48 minutos iniciais e impôs algum respeito ao criar três belas chances e mostrar aos adversários que seria melhor não esquecer da defesa. Mas antes do segundo minuto, em lance idêntico ao da bola na trave, em cobrança de escanteio, Baldomar abriu o placar para o Nacional Potosí. Continua após a publicidade Restava ao Botafogo cuidar para não sofrer mais gols porque, a exemplo, do Bahia, virar em casa não seria complicado. E explorar contra-ataques porque era óbvio que os bolivianos não se contentariam com vantagem tão insuficiente. E foi no contra-ataque, aos 54, que Vitinho deu o empate para Montoro e o garoto argentino mandou na trave da pequena área, em outra chance incrível desperdiçada. Montoro esmurrou o chão uma, duas, três, quatro vezes, inconformado. O novo susto serviu, ao menos, para, enfim, os bolivianos concederem um pouco de sossego ao alvinegro que ia renovando aos poucos seus pulmões com as entradas de Kadir, Villalba e Marquinhos nos lugares de Matheus Martins, Wallace Davi e Barrera. Para falar bem francamente, o Potosí é quase uma piada e de muito mau gosto pela altitude. Continua após a publicidade Será bem mais fácil o Botafogo goleá-lo do que será para o Bahia golear o O'Higgins, embora ambos devam seguir vivos no torneio. Para suportar mais seis minutos de acréscimos, Kauan e Ytallo substituíram Montoro e Mateo Ponte. Até mesmo se saísse o segundo gol não seria grave. Eu só gostaria de entender como o árbitro, do Equador, aguenta. Vai ver, vive em Quito, 2.850 m de altitude. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Mais uma vez, Jonas barra Milena de sua Festa do Líder no BBB 26 EUA estão preparados para atacar Irã já neste fim de semana, diz TV Anvisa investiga 65 mortes suspeitas relacionadas a canetas emagrecedoras Anitta critica avaliação da Mocidade após tributo a Rita Lee Cadete do Exército é agredido após assediar PM em bloco de Carnaval no Ibirapuera