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Análise dos Times

Palmeiras

Principal

Motivo: O artigo foca na visão do técnico Abel Ferreira sobre o desempenho e gestão do Palmeiras, destacando positivamente as contratações e o trabalho realizado. O tom é de exaltação ao clube e suas estratégias.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: O Botafogo é mencionado principalmente como adversário na partida em questão, sem um viés particular positivo ou negativo em relação à sua performance ou equipe.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

Veja a entrevista coletiva de Abel Ferreira após vitória do Palmeiras contra o Botafogo Abel Ferreira fez questão de elogiar a presidente Leila Pereira ao falar sobre a contratação de Jhon Arias. Em entrevista coletiva após a vitória do Palmeiras por 2 a 1 sobre o Botafogo, nesta quarta-feira, o português comentou que está mais "sossegado" com o colombiano na equipe. Jhon Arias balançou a rede pela primeira vez com a camisa alviverde e foi decisivo no confronto que recolocou o Verdão na liderança do Campeonato Brasileiro. + Siga o ge Palmeiras no WhatsApp – Não tem varinha mágica. Fico feliz pelo Arias porque dá confiança a ela, e o jogador não desaprende. É um processo de adaptação ao clube, aos métodos. Estou muito satisfeito. A partir do momento em que a presidente o contratou, eu passei a dormir mais sossegado um bocadinho – afirmou. Mais notícias do Palmeiras : + Atuações: veja as notas dos jogadores do Verdão contra o Botafogo + Marlon Freitas tem discussão com ex-companheiros de Botafogo; assista Palmeiras 2 x 1 Botafogo | Melhores momentos | 7ª rodada | Brasileirão 2026 O treinador atentou, também, para a pressão que Arias vinha sofrendo neste início de trajetória com a camisa alviverde. Abel citou o exemplo de Flaco López, que demorou para se adaptar, mas, atualmente, rende frutos ao Palmeiras . – Sabemos que tem qualidade, que tem que se adaptar, sabemos da exigência da torcida. Se estão aqui, é porque são bons, só que às vezes uns se adaptam mais rápido, outros estão melhores que outros. Dou muitas vezes os exemplos do Veiga, do Lopez, se não tivéssemos paciência, se calhar no primeiro ano tínhamos mandado o Lopez embora – analisou. Perguntado sobre as escolhas no time, Abel voltou a citar que os titulares sofrem com problemas físicos. Nesta quarta, Piquerez foi preservado novamente, enquanto Giay ganhou a vaga de Khellven, algo que não deve se repetir na próxima partida. "Mais uma vitória, com 2 tempos completamente distintos", analisa Bocca | A Voz da Torcida – É bem provável que jogue o Khellven (no próximo jogo). Fizemos dois jogos em casa depois do jogo do Vasco e da final. Khellven vinha jogando de forma consecutiva e de forma consecutiva mesmo só o goleiro, Gomez, o Marlon e o Flaco. Allan não jogou a final, não jogou o Vasco e fez agora dois seguidos. O Andreas também. Próprio Maurício também depois da final ficou fora. Esses, Carlos Miguel, Gomez e Lopez foram os que mais jogaram. Fomos tirando os outros por lesão – disse. – Com três dias, você consegue recuperar melhor e com dois dias os jogadores estão mais cansados e com risco de lesão. Não posso dizer que está lesionado porque não está, mas a probabilidade de se lesionar depois de jogos seguidos, o jogador diz que está cansado, há uma decisão. Você começa a ver a linguagem corporal se está ou não disponível – completou. Depois de dois jogos consecutivos no Allianz Parque, o Palmeiras volta a campo no sábado, para enfrentar o São Paulo, no Morumbis. A bola rola a partir das 21h, em confronto direto pela liderança do Brasileirão. 1 de 1 Abel Ferreira em Palmeiras x Botafogo — Foto: Marcos Ribolli Abel Ferreira em Palmeiras x Botafogo — Foto: Marcos Ribolli Veja outras aspas de Abel Ferreira na coletiva Murilo retorna com grande atuação – Murilo fez uma belíssima primeira parte, tirando o último passe que ali no canto a torcida não gostou muito, mas fez uma bela partida. Quando fomos jogar contra o Novorizontino com menos dias de descanso, uma final, campo pesado, esse jogo nos deixou muitas marcas em vários jogadores. Murilo foi um deles. Em função do desgaste do Fuchs com jogos em dois dias, ele às vezes precisa de mais tempo para recuperar. Gomez é capaz de fazer uma sequência mais longa. Ficou fora porque estava lesionado e hoje entrou porque estava se recuperando. Foi bem, forte nos duelos. Arthur titular – Jefté tinha entrado contra o Vasco, campo extra mente pesado, pedimos pra os laterais sair com bola quase como pontas. Disse hoje ao Giay pra não vir buscar a bola e ele pegar as costas do Nosa adversário, temos essa exigência dos nossos laterais. Piquerez temos resguardado um pouco, tem um problema muscular e temos que ter esse cuidado. – Arthur está a treinar conosco, não pode mais jogar no sub-20 e tem vindo a crescer. Não tenho usado muito o Jefté mas pode jogar o próximo jogo, é uma questão de dar oportunidade. Mas poderia ter jogado o Jefté sem problema nenhum. É forte, precisa do carinho e confiança do treinador mas sabe que tem. Falta de efetividade do Palmeiras – Temos exemplos recentes de equipes com menos um jogador e que ganharam. O Anselmi nunca desistiu do resultado mesmo com um a menos. É verdade que foi feliz da forma como fizeram o gol. Entraram no jogo outra vez mas podíamos ter feito gol e dar uma sossegada maior. – O jogo esteve sempre aberto até o fim e gosto de jogar contra essas equipes que acreditam sempre ser possível. Acho que o importante hoje é somar os três pontos e fico contente por esse bom puxão de orelha (de Evangelista em Larson), gosto do Larson, do Luís também, ele jogou, o Arthur, gostamos de valorizar, mas sempre com cuidado porque há dias que as coisas vão correr melhor ou pior mas acreditamos neles. Sempre é bom ver essa mistura de juventude e experiência, – Acho que, ao longo do tempo, a torcida vai tendo paciência até com o treinador. Treinador não pode ser assim tão ruim se não tinham mandado embora (risos). Gosto de estar aqui. O clube é um relógio e, para funcionar, precisa de uma pilha. E acho que o clube encontrou a pilha certa para o relógio do clube: eu sou só um. O clube é o relógio, eu sou a pilha e temos um pulso que é nossa torcida. Temos vivido esses anos com muitos jogos, títulos, tristezas também. Uma coisa pode ter certeza, tenho na cabeça uma só coisa, dar o melhor e digo isso aos meus jogadores Reencontro com Danilo – Ele que deu o passe para o Rony, para você ver como são as coisas. Gostei muito de vê-lo. Desculpe interromper. Falo com muito carinho e gratidão, foi uma Cria e quando cheguei estava ele, o Patrick de Paula, o Menino, e outros que estou a esquecer, mas como sou treinador de relação, humana, que privilegia contato e conversa. Falar do Danilo é falar do meu primeiro grande título na minha carreira como treinador. Esse trabalho que fazemos com a base, eu também já fazia no Braga, no Paok, faz parte da minha metodologia, mas ver esses jogadores me faz lembrar esses títulos. Porque às vezes a gente se questiona: "Será que sou bom o suficiente?". – Às vezes, tu ficas com dúvidas. Mas quando tu consegues juntar as duas coisas, bom treinador com boa estrutura e bons jogadores, quando lembro do Danilo, estou a lembrar da primeira grande conquista aqui: é sempre um gosto cumprimentá-lo, perguntar como está, como está a família. Sorte para ele e para quem pode comer com um jogador como ele. O futuro… não posso dizer. Estamos com o meio organizado. Não é do Palmeiras , é do Botafogo, e temos nossos jogadores que vamos continuar a evoluir. O Larson, o Luis, o Emiliano que não está jogando tanto porque está a sofrer um bocadinho pela lesão da temporada passada. Projetando o clássico contra o São Paulo – Se eu soubesse que a consequência desse jogo teria a consequência que teve, quando duas ou três equipes se uniram contra o Palmeiras , eu preferia ter perdido esse jogo. A classificação agora me diz pouco, mas diz que em cada jogo tem que jogar para ganhar – Acho que já demos provas em todos os jogos e clássicos e esse é um deles. Quem tem dúvidas, o São Paulo está aí, não é quem gasta mais dinheiro. Palmeiras , no primeiro e segundo ano que cheguei, fez poucas contratações. Tem muito mais a ver com organização e compromisso. Conforme fomos vendendo nossos melhores jogadores, fomos conseguindo juntar um bocadinho. – Já disse várias vezes, como o Botafogo, apesar de não estar a viver um momento muito bom, não podemos esquecer que tem elenco qualificado, fez um investimento grande e ninguém passou o ano dizendo: gastou tantos milhões. O Palmeiras sempre diz que gastou 700 milhões. É possível ganhar como ganhamos, como chegamos aqui. Ninguém dava nada pelo Zé Rafael, pelo Rony, Luiz Adriano, Felipe Melo, claro que todos os treinadores querem investimento porque se investir está mais próximo de ganhar, mas não é que o que gasta mais vai ganhar. Está aí o São Paulo. Por isso o futebol brasileiro é tão competitivo – Às vezes acham que não gosto de jornalista, acho que nunca me chateei com nenhum de vocês aqui, algumas coisas que dizem na TV não gosto; mas às vezes tem que lacrar em cima de alguma coisa e está tudo certo, faz parte do roteiro. Temos dias para recuperar, contra o São Paulo, que é qualificado e difícil de jogar lá. Palmeiras e Flamengo são narrativas que criam porque têm investido nos últimos anos – Mas tem o Cruzeiro que investiu. Flamengo já ganhou, Atlético-MG, Botafogo já ganhou. França ganha sempre o mesmo. Na Espanha, é um ou outro, às vezes o Atlético se mete no meio. Aqui só fazer as contas de quantos campeões teve nos últimos anos. Em competitividade, está ao nível da Premier League ou mais, porque todo ano tem seis ou sete equipes que podem ser campeãs. Será mais um clássico, mais um grande jogo, e vamos nos preparar para jogar bem do primeiro ao último minuto + Veja mais notícias do Palmeiras 🎧 Ouça o podcast ge Palmeiras 🎧 + Assista a tudo do Palmeiras na Globo, sportv e ge 50 vídeos