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All Assists de Atlético-MG x Flamengo no 1º tempo O Atlético-MG fez o que pôde para segurar o Flamengo, na Arena MRV. Depois do baque de perder a Sul-Americana, a reposta do time precisava vir rápida e, em partes, veio. O Galo empatou com o rival, por 1 a 1. Tem pontos de evolução a serem avaliados na partida, mas, mais uma vez, mostrou fragilidade defensiva, contou com um goleiro que pega (quase) tudo e com a pontaria desajustada da equipe carioca. + ✅ Clique aqui e siga o canal da torcida do Galo no WhatsApp! Mais notícias do Atlético Sampaoli indica perfil de reforços para o Atlético e explica Scarpa fora do time Atuações do Atlético: Everson empilha defesas, mas time cede empate em bola aérea; dê notas Confira a lista de reforços contratados pelo Atlético para a temporada Sampaoli surpreendeu com a escalação ao colocar em campo Natanael e Saravia. O primeiro fez a posição de origem na lateral-direita, e o segundo atou como zagueiro ao lado de Vitor Hugo e Alonso. Alan Franco e Arana, que eram dúvidas, também apareceram na formação titular. Alexsander, Bernard, Hulk e Dudu fecharam os 11 ao lado do goleiro Everson. O Flamengo começou bem o primeiro tempo. Conseguiu algumas escapadas nas costas de Natanael, ou em bola alçadas na área. Samuel Lino travou batalha individual com Everson. Em cabeçada, o atacante parou na trave. Na segunda chance, também pelo alto, viu o goleiro se agigantar na frente dele. Léo Pereira, dentro da pequena área também perdeu gol incrível. O Galo abusou das bola longas para Hulk, que não fez grande partida. O gol alvinegro sai em boa jogada individual de Dudu. O atacante conseguiu usar o corredor esquerdo em velocidade, deixou a marcação de Emerson Royal para trás e cruzou para Bernard só empurrar para as redes. No intervalo, Ruan entrou na vaga de Vitor Hugo que já vinha reclamando de dores durante a partida. Rony na vaga de Hulk, Iván Román na posição do amarelado Natanael também entraram nos primeiros minutos da etapa final. 1 de 1
Jogadores do Atlético-MG comemoram gol — Foto: Pedro Souza / Atlético Jogadores do Atlético-MG comemoram gol — Foto: Pedro Souza / Atlético Com as mudanças, Sampaoli deixou claro que iria se defender, fechar a casinha, e foi o que o time fez. Rony ajudava a fechar o lado direito agora, junto de Saravia e Ruan. Do outro lado, Bernard recompunha a defesa. O Galo segurou bem a pressão do Flamengo, que colocou em campo Arrascaeta, Bruno Henrique e outros titulares. Everson foi empilhando grandes defesas. Em cabeçada de Lino mais uma vez. Plata parou na trave também em bola pelo alto, e o gol de empate foi amadurecendo. O caminho era por cima. E, nos minutos finais, a defesa sucumbiu. Bruno Henrique subiu mais alto que Saravia e Iván Román e marcou. Rony ainda foi expulso logo após o gol por entrada duríssima em Ayrton Lucas. "Que o Galo nos dê ao menos a esperança de um 2026 melhor", pede Carol | A Voz da Torcida Depois do empate, vários jogadores do Atlético caíram no chão, exaustos. O Flamengo teve 67% de posse de bola, contra 34% do Galo. Foram 14 finalizações do time carioca, com duas bolas na trave, e oito do Galo. Dá para olhar o copo meio cheio e ver que o time conseguiu uma mobilização para evitar o título do Flamengo na Arena MRV. Teve entrega, dedicação e alguns lampejos ofensivos. Mas, defensivamente o time ainda mostra fragilidade. Sampaoli e jogadores tem mais três jogos para buscar uma vaga na Pré-Libertadores e terminar o ano com uma relação menos conturbada com a torcida. Assista: tudo sobre o Atlético no ge, na Globo e no Sportv 🎧 Ouça o podcast ge Atlético 🎧