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Futebol Goleiro relata caso de racismo, e juiz ativa protocolo após jogo da Série B Colaboração para o UOL 05/09/2026 22h32 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Paulo Vitor, goleiro do Atlético-GO, conversa com o árbitro Ramon Abatti Abel Imagem: ANTONIO MACHADO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO O fim da partida entre Juventude x Atlético-GO, que terminou empatada por 2 a 2 , pela 26º rodada da Série B, no Estádio Alfredo Jaconi, ficou marcada por mais um caso de racismo no futebol brasileiro. O que aconteceu Após o apito final, o goleiro Paulo Vítor, do Atlético-GO, discutiu com alguns jogadores do Juventude e apontou para a torcida atrás de seu gol. Em seguida, ele foi até o árbitro Ramon Abatti Abel e relatou caso de racismo, novamente apontando para a torcida do time gaúcho. O árbitro fez o sinal de X na altura da cabeça e ativou o protocolo antirracismo . Segundo o gerente executivo do Atlético-GO, Júnior Mortosa, o goleiro foi chamado de "macaco". Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Ao término da partida, quando o Paulo Vítor sofreu uma entrada e machucou, até com marcas da chuteira do jogador do Juventude na canela, ele foi pegar a bola para dar reinício à partida. Um torcedor do Juventude chegou até o alambrado e disse as seguintes palavras: 'Vamos jogar, macaco'. Ele já comunicou ao árbitro, que relatou, chamou o policiamento, fez o gesto de racismo e está na súmula, que ele vai divulgar em breve na CBF. Júnior Mortosa, gerente executivo do Atlético-GO Árbitro Ramon Abatti Abel ativou o protocolo antirracismo após a partida entre Juventude x Atlético-GO Imagem: Reprodução/ESPN Os torcedores do Juventude no Alfredo Jaconi passaram a vaiar após a ativação do protocolo. Eles também gritaram "timinho" para o Atlético-GO. Após relatar o caso de racismo, Paulo Vítor conversou com alguns jogadores de ambas as equipes e se acalmou. Em seguida, os times partiram para os vestiários, onde o goleiro conversou com a polícia, que tentará identificar o torcedor pelas câmeras do estádio. Este não foi o primeiro caso de racismo no estádio do Juventude. Em maio deste ano, o atacante Marcos Paulo, do próprio Juventude, denunciou um torcedor do time. Ao ser substituído da partida contra o Sport, ele caminhava pelo lado de fora das quatro linhas e foi alvo de injúria racial por um torcedor — o homem foi identificado, detido e conduzido à delegacia. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' Cleitinho diz se arrepender de foto com Virginia na CPI: 'Não era momento' Ídolo na Ítalia, Sandro Mazzola morre aos 83 anos