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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: A matéria foca nas estratégias e preferências da seleção brasileira em relação ao sorteio e às sedes, evidenciando um tom de apoio e análise sobre as melhores opções para a equipe.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Fifa Brasil Carlo Ancelotti Rodrigo Caetano Cícero Souza Ricardo Teixeira Arrigo Sacchi Grupo G Moracy Sant'Anna

Conteúdo Original

Esporte Brasil tem grupo mágico para a Copa, mas regras do sorteio adiam logística Paulo Vinicius Coelho (PVC) e Rodrigo Mattos Colunistas do UOL, em Washington (EUA) 03/12/2025 05h31 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira Imagem: REUTERS/Isabel Infantes A seleção brasileira tem um grupo mágico para o qual gostaria de ser sorteada pela Fifa, na próxima sexta-feira. É o Grupo G, com jogos em Seattle e Los Angeles, nos Estados Unidos, e Vancouver, no Canadá. Apesar de o sorteio ter regras mudadas e os cabeças de chave só conhecerem os estádios onde jogarão no sábado, um dia após a definição das chaves, o G só terá partidas nas três cidades citadas. "A climatização será um fator muito importante para escolhermos onde vamos trabalhar", diz o gerente da seleção masculina, Cícero Souza. Juca Kfouri Abel Ferreira merece mais um ano no Palmeiras Ricardo Kotscho Bronca de Alcolumbre mira Dino, não Messias Reinaldo Azevedo Michelle não recua nesta chanchada reacionária Daniela Lima Lula quer ajuda de Trump contra tráfico de armas Há seis meses, após a primeira convocação de Carlo Ancelotti, o UOL perguntou ao técnico italiano se escolheria entre Seattle ou Flórida caso tivesse este direito: "Seattle!" Ancelotti nem piscou nem levantou a sobrancelha. Respondeu seco, certeiro. Isto porque era assistente técnico de Arrigo Sacchi na campanha do vice-campeonato da Itália em 1994 e toda aquela equipe da Azzurra tem convicção de ter perdido porque o Brasil ficou na sede de temperatura mais fresca, São Francisco, enquanto os italianos cozinhavam embaixo do sol de 40°C de Nova York. Naquela época, os cabeças de chave trabalhavam politicamente pelas sedes desejadas. Enquanto Ricardo Teixeira, presidente da CBF, cogitava Orlando, pela colônia brasileira, o preparador físico, Moracy Sant'Anna, convencia todos de que o melhor era ir para São Francisco, onde os dias tinham 28°C e as noites perto de 20°C. O Brasil saiu da Califórnia para jogar em Dallas e Detroit. O calor era daquele dia de jogo. Depois, voltavam para o clima mais brando. Desde a Copa do Mundo de 1998, os cabeças de chave não escolhem mais suas sedes. Desta vez, é ainda pior. México (grupo A), Canadá (B) e Estados Unidos (D) já conhecem seus caminhos, por serem catalogados como A1, B1 e D1. Todos os demais cabeças de chave terão o número 1, mas não sabem a letra correspondente ao grupo e os jogos só serão definidos no sábado. Continua após a publicidade "Não tem jeito. Temos tudo mapeado, mas vamos precisar esperar para poder definir tudo a partir de sábado", diz o diretor de seleções masculinas, Rodrigo Caetano. Depois do Grupo G, a preferência é pelo da letra I. Só que este seria disputado na Costa Leste, em East Rutherford, sede Nova York, Boston e Filadélfia. Neste caso, a logística de viagens ajudaria. O clima, não. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Juca Kfouri: Abel Ferreira merece mais um ano no Palmeiras Casal acusa segurança de homofobia no Mercadão de SP: 'Lugar de família' Saory, Tàmires, Mesquita e Dudu Camargo estão na 11ª roça de A Fazenda A Fazenda 2025 - enquete UOL: quem deve escapar da 11ª roça e se tornar fazendeiro? Lei do ex aparece, Fluminense bate o Grêmio e entra no G5 do Brasileirão