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Alidu Seidu revela dramas da infância em Gana O Governo de Gana acionou a Justiça do Canadá, nessa segunda-feira, para que Thomas Partey seja liberado para entrar no país e jogar a estreia da Copa do Mundo. A delegação já está em Toronto, onde enfrenta o Panamá, nesta quarta-feira. Partey segue nos Estados Unidos. O jogador teve o pedido de visto negado pelo governo canadense em função de um processo judicial que responde na Inglaterra. Ele enfrenta acusações de estupro e agressão sexual. Qual a camisa mais curiosa do grupo L da Copa do Mundo? Em função da proximidade do jogo, o governo ganês solicitou a liberação de um visto para Partey em caráter liminar, mas não há garantia de que a resposta será dada a tempo. A informação foi divulgada pela emissora CBC, do Canadá. O técnico Carlos Queiroz deixou aberta a possibilidade de presença de Partey no jogo, mesmo com ausência na delegação nesta terça. - Estamos com nosso planejamento feito, pensando nos jogadores que estão disponíveis. Não tenho comentários diretos sobre o caso do Partey. Não acho que seja necessário fazer comentários, a história está aberta, a liberdade de expressão também, e comentar sobre assuntos sem sentido não faz parte do meu trabalho. "O meu trabalho é jogar com os jogadores que estão aqui. Quando a decisão chegar, estaremos prontos para ter a abordagem final sobre a partida." O jogador, que atual no Villarreal e teve passagem pelo Arsenal, participa normalmente da preparação de Gana, nos Estados Unidos. A proibição por parte do governo canadense gerou até uma crise diplomática. O ministério das relações exteriores emitiu um comunicado, no fim de semana, afirmando que a decisão foi "arbitrária e extremamente injusta" porque se baseia em acusações "não comprovadas". 1 de 1 Thomas Partey, jogador de Gana — Foto: Getty Images Thomas Partey, jogador de Gana — Foto: Getty Images A decisão dos Estados Unidos de autorizar a entrada de Thomas Partey foi baseada em análise individual do caso e ausência de condenação judicial. Vale ressaltar que o atleta, embora com sete acusações, ainda aguarda julgamento da justiça inglesa e, portanto, não há condenação.