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Análise dos Times

Flamengo

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Motivo: O artigo foca na experiência de Diego Alves no Flamengo e como essa vivência contribuiu para a criação da Nexus, mas o tom é mais informativo sobre a empresa.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

flamengo valencia cbf diego alves nexus joao pedro castilhos club atletico osasuna

Conteúdo Original

Futebol Síndrome do pânico fez Diego Alves abrir empresa para ajudar atletas Bruno Braz Do UOL, no Rio de Janeiro 29/03/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Ex-goleiro do Flamengo, Diego Alves abriu uma empresa para auxiliar a transição de atletas no pós-carreira Imagem: Instagram / @nexus.sportsclub Multicampeão e protagonista em conquistas históricas pelo Flamengo, Diego Alves viveu momentos no clube que milhares sonham e pouquíssimos têm a oportunidade de realizar. Mas dentro deste cenário que parecia perfeito, o ex-goleiro sofreu com um silencioso quadro de saúde mental: a síndrome do pânico, que só foi superada com a ajuda de um especialista. Após se aposentar oficialmente em janeiro de 2025, ele viu justamente nas dores, dificuldades e sequelas do esporte deixadas nos jogadores a oportunidade de oferecer assistência. Ao lado do sócio João Pedro Castilhos — diretor do Club Atlético Osasuna — o ex-arqueiro criou a "Nexus", empresa voltada, principalmente, para que os atletas tenham uma transição de carreira mais segura, num momento em que muitos ficam sem saber o que o fazer e têm um declínio pessoal, mental e financeiro. Muita gente não faz ideia do nível de exigência que existe na carreira de um jogador profissional. O futebol cobra performance o tempo todo, e isso só é sustentável quando o atleta também está bem mentalmente. Quando a cabeça não acompanha esse nível de pressão, o impacto aparece. Por isso, falar sobre saúde mental não é sinal de fragilidade. É um ato de responsabilidade com a carreira, com a saúde e com a própria vida Diego Alves, ao UOL Josias de Souza Bolsonarismo light de Flávio vale até certo ponto João Paulo Charleaux O primeiro revés ao intervencionismo de Trump Vinicius Torres Freire Em crise, Lula desanda a falar bobagem Sakamoto Perfis engraçadinhos vão manipular a eleição? 'Precisei realmente buscar ajuda profissional no Flamengo' Mesmo com 11 títulos e uma passagem marcante pelo rubro-negro, Diego Alves enfrentou momentos de dificuldade. Os primeiros sintomas da síndrome do pânico já haviam acontecido ainda na Espanha, mas se agravaram acentuadamente, fruto da pressão, cobrança excessiva e enorme exposição em ser atleta do clube de maior torcida do Brasil. Em dado momento, o ex-goleiro chegou a ter crises dentro de campo e evitava ir a lugares de grande aglomeração, como shoppings, por exemplo. Diego Alves conquistou 11 títulos pelo Flamengo, incluindo a histórica Libertadores de 2019 Imagem: Alessandra Torres/AGIF A saúde mental é um tema muito sério e precisa ser tratado com a importância que merece dentro do futebol. Hoje, sem dúvida, as redes sociais aumentam ainda mais esse nível de pressão, porque o atleta vive exposto o tempo todo, dentro e fora de campo. No meu caso, comecei a sentir alguns sintomas ainda no Valencia (ESP), mas foi no Flamengo que precisei realmente buscar ajuda profissional. Aquilo era necessário para que eu pudesse manter meu rendimento e, principalmente, entender o que estava por trás daquele quadro Diego Alves, ao UOL Empresa foca desde a saúde mental até aspectos econômicos A vivência de Diego Alves no futebol e os diversos exemplos negativos ao seu redor em relação à falta de cuidados com o pós-carreira lhe deram o lastro para diagnosticar as necessidades e os serviços que a Nexus precisava oferecer. Continua após a publicidade Relacionadas Flamengo: patrocinador é analisado por envolvimento no caso Banco Master Plata deixa de seguir Flamengo no Insta e apaga fotos em meio às polêmicas Bap elogia Jardim e rechaça estádio do Flamengo agora: 'Suicídio esportivo' O foco principal da Nexus é ajudar o atleta a construir uma transição de carreira bem planejada. Na prática, isso significa trazer clareza sobre os próximos passos, ajudar esse atleta a entender seus pontos fortes, perceber onde pode ter mais sucesso, identificar o que realmente gosta de fazer e enxergar com mais amplitude as possibilidades para o futuro Diego Alves, ao UOL Nosso trabalho está estruturado em cinco pilares: transição de carreira, saúde financeira, saúde mental, comunicação e marca pessoal, e empreendedorismo e negócios. A gente acredita que esses cinco pilares são a base para que o atleta construa um pós-carreira sólido, com mais segurança e visão de longo prazo Diego Alves, ao UOL Veja outras respostas Diego Alves e João Pedro Castilhos, diretor do Club Atlético Osasuna e seu sócio na empresa Nexus Imagem: Instagram / @nexus.sportsclub UOL: Quando surgiu a ideia de criar a Nexus? Diego Alves: "A Nexus surgiu depois que eu me aposentei do futebol. Durante a minha carreira, vivi na prática a falta de informação sobre temas importantes para o atleta, principalmente quando o assunto era pós-carreira, investimentos e construção de futuro. Muitas vezes, eu dependia apenas do meu pai ou de algum suporte mais próximo, mas sem ter uma visão realmente estruturada". Continua após a publicidade "Com o tempo, percebi que isso não era uma realidade só minha. Muitos atletas não sabem por onde começar quando pensam no que vão fazer depois do futebol. Falta clareza, falta direção e, muitas vezes, falta alguém que ajude a organizar esse processo". UOL: A Nexus é uma assessoria financeira? Diego Alves: "A Nexus não é uma assessoria financeira e nem um family office. É um programa criado para caminhar ao lado do atleta, ajudando a dar clareza, direção e segurança para que a transição de carreira aconteça de forma bem feita, com menos medo e menos incerteza". UOL: A Nexus esteve recentemente na CBF. Qual foi o intuito da visita? Diego Alves: "A visita teve um caráter institucional. Foi uma oportunidade de rever amigos, fortalecer relações e entender mais de perto como a CBF vem conduzindo seu processo de reestruturação em diferentes áreas". "Ao mesmo tempo, esse encontro reforça uma convicção que nós temos na Nexus: a transição de carreira não é um desafio isolado, mas uma questão estrutural do esporte, no Brasil e também fora dele. É uma pauta que precisa ser discutida com mais profundidade por clubes, federações, confederações e outras entidades do ecossistema esportivo". Continua após a publicidade UOL: Qual o perfil de seus clientes atualmente? Diego Alves: "Hoje, já trabalhamos com alguns atletas, todos ainda em atividade". UOL: Qual o objetivo da Nexus? Diego Alves: "O nosso objetivo é que, ao passar pela Nexus, o atleta saia com um plano de carreira estruturado, com mais clareza sobre o que quer construir, mais preparo mental para essa transição e com direcionamento concreto para começar desde já a desenvolver as competências, relações e experiências que vão sustentar seu próximo ciclo. A ideia é que, quando esse momento chegar, ele não comece do zero". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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