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A noite foi amarga para o Flamengo, que perdeu por 1 a 0 para o Fortaleza no Castelão. , O placar e a atuação preocuparam: o treinador Filipe Luis admitiu erros e pediu uma virada de chave, enquanto analistas e reportagens criticaram a entrega do time; a opção por escalar Bruno Henrique como centroavante também foi destaque e não funcionou na prática. , No primeiro tempo o ataque esteve inoperante: Arrascaeta apareceu mal posicionado, passes não saíram e Ayrton Lucas teve de salvar uma bola em cima da linha — sinais de um time que demorou a entender o jogo. O segundo tempo trouxe mudanças: Luiz Araujo, Wallace Yan e Michael entraram e deram outra dinâmica; Juninho voltou nos minutos finais e mostrou movimentação, mas o tempo foi curto para a reação necessária. Além do constrangimento em campo, o levantamento da UFMG mostra que as chances de título do Flamengo caíram para 34,9%; o Palmeiras subiu para 60,2% — ambos aparecem com 61 pontos na tabela do Brasileirão, o que transforma a derrota em um golpe matemático nas esperanças rubro-negras. Nos bastidores a leitura é clara: o elenco jogou com ausências e adaptações (sem Pedro, com Pulgar fora) e Filipe Luis terá poucos dias para ajustar a equipe antes da retomada da Libertadores, na qual o confronto contra o Racing já aparece como emergência. A equipe folga domingo e se reapresenta segunda para viagem à Argentina. Resultado: críticas na imprensa e na torcida, uma sensação de urgência e a necessidade de transformar desalento em ações concretas se o Flamengo ainda quiser sonhar com o título neste Brasileirão. ,