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Futebol Roger elogia novo goleiro e valoriza ponto na altitude: 'Sempre comemorar' Gabriela Chabatura , Valentin Furlan e Fábio Lázaro Do UOL, em São Paulo 29/04/2026 00h22 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Roger Machado, técnico do São Paulo, na partida contra o Millonarios, pela Copa Sul-Americana Imagem: Rubens Chiri / Perspectiva Roger Machado rasgou elogios a Carlos Coronel, goleiro estreante do São Paulo, e celebrou o empate com o Millonarios, em 0 a 0, em Bogotá , a 2.600 metros de altitude. Faltou melhor encaixe e tomada de decisão. Mas quando se leva ponto no contexto de altitude, precisamos sempre comemorar Roger Machado, após empate sem gols na Colômbia O empate sem gols acabou com os 100% de aproveitamento da equipe na Sul-Americana, mas manteve o Tricolor na ponta do Grupo C. Agora, o clube tem sete pontos, três a mais que o próprio Millonarios, vice-líder, com quatro. Adriana Fernandes Rejeição de Messias é vitória da baixa política Josias de Souza Boca-livre de político em jatinho é escandalosa Alicia Klein O futebol está destruindo sua classe trabalhadora José Paulo Kupfer Prévia da inflação reforça lentidão no corte dos juros Roger Machado optou por escalar um time totalmente reserva na Colômbia e preservou diversos titulares , como Luciano, Calleri, Artur e o goleiro Rafael. Entre as novidades da escalação, a principal apareceu no gol. Carlos Coronel, contratado sem custos em dezembro do ano passado, fez sua primeira partida pelo clube e terminou como destaque ao salvar o time no fim, com uma grande defesa que garantiu o empate. A entrada do Coronel é oportunidade por merecimento. À medida que a gente não oportuniza a chance do goleiro suplente estar em campo, é muito difícil que ele atue. Fez uma bela estreia, na altitude. Difícil estrear nesse contexto Esta foi a 13ª partida de Roger Machado no comando do São Paulo, somando sete vitórias, dois empates e quatro derrotas. O São Paulo volta a campo no domingo, contra o Bahia, às 16h (de Brasília), em Bragança Paulista, pela 14ª rodada do Brasileirão. Continua após a publicidade O que mais Roger Machado falou Mais sobre Coronel. "A conversa com o Coronel e o Rafael são sempre tranquilas. Frisei para quem trouxe para a viagem e levei para campo que era para que eles possam ter confiança desde a chegada, que vamos oportunizar chances para quem está treinando e se destacando bem". Planejamento. "A gente faz um planejamento prévio, mas vai lidando jogo a jogo. A ideia para o primeiro momento era oportunizar chances para quem tinha poucos minutos, rodar o time, ter um time descansado para esse contexto. Os três zagueiros é um hábito do São Paulo, o time se sente bem atuando com três defensores. Essa variação com três, dois e quatro, um eu pude verificar no dia de hoje e acho que é possível transferir essa estrutura para aqueles que estão em São Paulo". Nicolas na lateral. "Chamei ele ontem e disse que ele jogaria hoje, que penso que ele tem capacidade para ajudar nessa partida. Para o Wendell eu disse que oportunizaria chance para o Nicolas, para que a gente pudesse sentir ele num jogo internacional. E acho que ele foi muito bem". Djhordney titular. "Jogou com naturalidade no meio-campo. Jogadores jovens, numa estrutura de jogadores experientes, vão crescendo no processo". Análise tática. "O que nós íamos enfrentar no ambiente de altitude, atmosfera de estádio de competição sul-americana. Sabia que o adversário iria usar muito as bolas aéreas, os cruzamentos, porque é o time que mais cruza bolas no campeonato colombiano. A ideia da linha de três é ficar protegido quando o adversário entrasse na nossa área. Fizemos um bom primeiro tempo, com dois atacantes na frente, André e Tapia, para acessar as costas da linha adversária. Tapia rodou muito em campo, se doou muito pelo coletivo. No segundo tempo o adversário teve mais controle, começou a inverter a bola de área, cruzando. Botei dois pontas rápidos para tentar contra-atacar e marcar a primeira fase do jogo dele com jogadores de beirada, num 5-4-1". Continua após a publicidade Altitude. "Quando eu era atleta não gostava que o departamento de fisiologia dissesse que o efeito da altitude era psicológico. Evidentemente há efeitos físicos. Mas eu trato com a devida preocupação, sem valorizar excessivamente, porque preciso que o jogador se sinta condicionado — e estavam bem condicionados. Dos minutos 30 em diante você percebe o sofrimento no rosto dos jogadores. Então, faz diferença, mas a gente conseguiu, de forma organizada, minimizar os efeitos da altitude". Ryan Francisco e Paulinho. " Paulinho é um centroavante, assim como o Ryan, mas com características diferentes. Dois jogadores com vocação para o gol. Ryan voltando de um processo de lesão, sendo aproveitado na base justamente para ter mais minutagem, se desenvolver. O Paulinho, com menos período de parada, está mais inserido dentro da normalidade das atividades, podendo ir para o banco. Mas o dia a dia vai me pautar. Me pauto muito pelo que os jogadores me entregam no dia a dia e peço que eles repitam no jogo. Hoje, Dhjorney e Nicolas só repetiram o que fizeram no dia a dia". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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