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Só para assinantes Assine UOL Opinião Caras e nomes Juca Kfouri Colunista do UOL 24/08/2026 21h27 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× POR LUIZ GUILHERME PIVA 1 . O ex-goleiro Júlio César e o árbitro Rafael Klein não são a mesma pessoa. Tampouco o são o técnico Paulo Autuori e o ator Miguel Falabella. Isso é óbvio. Só alguém afeito a teorias da conspiração imaginaria que o fossem. Mas o que ninguém sabe e eu vou lhes revelar em primeira mão (mas é segredo, ok?, que fique entre nós) é que eles trocam de lugar várias vezes sem avisar a ninguém. Por exemplo, no 7 x 1, quem vocês acham que estava no gol da seleção brasileira? E quem marcou o pênalti de Calegari em Bruno Henrique aos 40 minutos do segundo tempo na vitória do Flamengo sobre o Fluminense por 1 X 0 no Campeonato Brasileiro de 2024? E mais: quem estava no banco do Cruzeiro na derrota por 4 X 0 para o Atlético no primeiro jogo da decisão do Campeonato Mineiro de 2007? Por fim, qual dupla interpretava os irmãos gêmeos José Luís e Arnaldo na novela Mico Preto, de 1990? Hein? Hein? Agora que já os alertei, treinem o olhar e tentem identificar as pessoas corretas nos próximos jogos. Ou nos próximos capítulos. Mas não contem para ninguém. 2. É normal surgirem jogadores com o mesmo nome. Há alguns mais comuns, como Zé Carlos, Juninho, Ademir, Toninho e Edu, distribuídos entre famosos e desconhecidos e entre craques e outros, digamos, nem tanto. E há casos mais raros, como Palhinha e Paulo Isidoro: cada um deles nomeia dois jogadores famosos e de muito bom nível. Ainda mais raros são os casos de homônimos com grande diferença técnica entre si, como os dois chamados Tostão e os dois chamados Careca. Mas o caso mais intrigante são os Mirandinhas. Não é simples identificá-los apenas pela memória. São três. Todos centroavantes, todos com estilo de jogo e tipo físico parecidos e todos jogaram, em diferentes épocas, pelo Corinthians - embora tenham se destacado também em outros times. Tem quem diga que os três são, na verdade, o mesmo jogador, cuja carreira foi a mais longeva já conhecida, com pelo menos trinta anos de duração, entre 1970 e 2000. São aqueles conspiracionistas que citei acima. Não acreditem neles. A verdade, que vou lhes contar agora, em segredo, é que eram mais de vinte Mirandinhas (na minha última contagem, registrei 23), recrutados pelo estilo de jogo e pelo tipo físico, que se alternaram em campo ao longo de todo esse período e combinaram de se agrupar naqueles três personagens. Por quê? Ora, ora. Para enganar os conspiracionistas! _______________________________________ Luiz Guilherme Piva publicou "Eram todos camisa dez" e "A vida pela bola" - ambos pela Editora Iluminuras Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Qual exercício ajuda a aliviar gases e 'destravar' o intestino mais rápido? Cleitinho diz se arrepender de foto com Virginia na CPI: 'Não era momento' TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar