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Futebol Casagrande: 'Palmeiras tem personalidade, ganha mesmo quando joga mal' Do UOL, em São Paulo 17/09/2026 00h53 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O Palmeiras mostra força mental para ganhar jogos grandes até quando atua abaixo do esperado, disse Walter Casagrande no Fim de Papo , do Canal UOL. Na análise, o comentarista comparou o time de Abel Ferreira com rivais e defendeu que a "personalidade" pesa em mata-matas. Ele também fez ressalvas ao comportamento do treinador fora do campo. É uma equipe de muita personalidade, de muita força. Mesmo não jogando tão bem, ela tem essa... não só a força de um elenco tecnicamente muito bom, fisicamente muito bom, taticamente muito bom, mas é um time de personalidade. E muitas vezes times bons, com personalidade, ganham as partidas importantes mesmo jogando mal. Walter Casagrande Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Ao explicar o que chama de diferença competitiva, Casagrande usou o Corinthians como contraponto e disse que o Palmeiras consegue sustentar resultados mesmo quando o desempenho não convence. O Corinthians perdeu de Estudiantes sem personalidade nenhuma. O Corinthians é fraco, não joga nada e não tem personalidade. O Palmeiras é diferente. Walter Casagrande O debate avançou para a relação entre Abel Ferreira e a torcida. Para Bira, o desgaste aparece com mais força quando o time oscila, porque os resultados deixam de "proteger" o treinador das críticas. Eu acho que o torcedor do Palmeiras só se irrita com o Abel quando o resultado também não vem, porque quando vem, acaba que: enfim é a personalidade dele. Rola uma série de justificativas ali. Bira Flávio Latif citou a estratégia usada na partida contra a LDU e disse que a escolha por um time mais defensivo gerou questionamentos, apesar da classificação. Ele também destacou a entrada de Vitor Roque no segundo tempo e a reação do torcedor ao sufoco no fim. No time titular, o Abel sacou o Vitor Roque do time, colocou mais um meio-campista, o Lucas Evangelista, com a clara estratégia do Palmeiras só de se defender. Em muitos momentos do jogo, o Palmeiras jogou num 5-4-1. (...) A estratégia deu certo, né? Tanto é que o Palmeiras fez 2 a 1. O Vitor Roque entra no segundo tempo e é mais uma vez importante. Flávio Latif Continua após a publicidade Relacionadas A vergonhosa classificação do Palmeiras 'Carlos Miguel salvou uma catástrofe no Palmeiras', diz Flávio Latif Deyverson consola companheiro e 'ignora' Palmeiras após eliminação da LDU Casagrande, por sua vez, disse admirar o trabalho do treinador, mas afirmou que o comportamento em entrevistas e à beira do campo não pode virar algo "normal". Para ele, o Abel tem peso direto no ciclo vencedor do clube, mas passa do ponto em expulsões e reações. Eu sou fã do trabalho do Abel, mas não gosto das entrevistas e do comportamento do Abel. Walter Casagrande Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer Qual exercício ajuda a aliviar gases e 'destravar' o intestino mais rápido? Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso Carol Peixinho e Thiaguinho celebram um ano do filho: 'Tudo para mim' TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio