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Esporte Futebol Copa do Mundo Pedro Lopes: 'A França é cheia de estrelas, mas sem muito conjunto' Do UOL, em São Paulo 26/06/2026 18h40 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A França empilhou talento, mas ainda não mostrou um jogo coletivo consistente e segue dando espaços na defesa, avaliou o repórter Pedro Lopes no Fim de Papo , do Canal UOL. A análise veio após o 4 a 1 sobre a Noruega, em partida da Copa do Mundo 2026, marcada por três gols de Dembélé e por chances desperdiçadas pelos noruegueses, que entraram com time alternativo. A França é um grande time, é um dos favoritos da Copa, mas ela tem as preocupações dela. A França é um time cheio de estrelas, mas ainda sem muito conjunto. É um time muito bom no ataque, mas que dá muito espaço na defesa. Acho que isso ficou muito claro hoje. Poderia ter sido diferente esse placar. Se a Noruega tivesse ali um Haaland dentro de campo, essa defesa da França traz vários problemas. Pedro Lopes Julián Fuks Elogio dos amores menos absolutos Mariana Barbosa Fraude na Americanas tem perguntas sem respostas Marco Antonio Sabino Pelos números, Tarcísio já ganhou; será tão fácil? Paulo Camargo Carlo Ancelotti não é brasileiro; e daí? No debate, o repórter detalhou que o placar pode enganar quem só olhar o resultado. Para ele, a França foi letal nas poucas chegadas mais claras, mas a Noruega também criou e desperdiçou oportunidades importantes. A Noruega teve um monte de chances. Perdeu um pênalti, perdeu um gol dentro da área, perdeu um gol embaixo do gol. A França erra bastante passe na construção, na transição da defesa para o ataque. Então, não é um time perfeito. Pedro Lopes O jogo também teve um componente fora de campo, segundo Pedro. Ele contou que a seleção ficou sem o técnico Didier Deschamps, que voltou à França após a morte da mãe, e disse que isso dominou a entrevista coletiva na véspera. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Já Gabriel Sá criticou a decisão da Noruega de abrir mão do confronto direto e escalar reservas, o que, na leitura dele, aumentou a pressão para o mata-mata. "Ele criou uma obrigação. Ele tem que passar de fase agora contra a Costa do Marfim", avaliou o comentarista. Alicia Klein discordou do tom de cobrança e enxergou cálculo no plano norueguês. Para ela, a derrota para a França era provável mesmo com força máxima, e poupar poderia render mais adiante. "Ele fez uma escolha estratégica que pode se provar acertada lá na frente", disse. Fábio Lázaro ficou no meio do caminho: considerou que a estratégia pode fazer sentido pelo desgaste físico, mas alertou que o mata-mata não permite "fugir" das seleções grandes. "Quanto mais vai afunilando, você não consegue fugir das grandes seleções", comentou. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Vozinha não é vazado de novo e iguala marca de duas lendas na Copa do Mundo Bielsa se irrita após eliminação do Uruguai na Copa: 'Vamos logo com isso' Flávio Bolsonaro diz que briga com Michelle é 'página virada' para ele Venezuela entra em 3º dia de buscas por milhares de desaparecidos Gestor da Midea é afastado após denúncia de chicotear trabalhador em MG