Conteúdo Original
Foi um dia intenso para o Palmeiras, com Abel Ferreira mirando o time de forma a equilibrar o retorno de Paulinho após 302 dias, e as escolhas que surpreenderam a torcida. Khellven entrou no lugar de Giay, Maurício substituiu Sosa e o meio-campo ganhou Marlon Freitas, Andreas Pereira e Lucas Evangelista; tudo sob a condução do auxiliar João Martins. Enquanto o time entrava em campo, já se falava do próximo capítulo: o Nubank anunciará o novo nome da arena, encerrando a era Allianz Parque [fonte 1]. No campo, o clássico contra o Santos terminou 1-1 e gerou polêmicas: Flaco López marcou para o Palmeiras, e a discussão ganhou as redes sobre como seria se o gol fosse do Santos. O lance final envolvendo mão de Arias, que levou à anulação do gol, manteve o tema aceso até o pós-jogo [fonte 3]. A repercussão cresceu com a comparação de cenários e a expectativa de como a decisão seria tratada caso o cenário fosse invertido [fonte 2]. , Do ponto de vista tático, a volta de Allan ao intervalo ajudou a pressionar, mas o Palmeiras manteve defesas desorganizadas em alguns momentos: Khellven ficou inseguro no primeiro tempo e foi substituído, enquanto Sosa e Luis Pacheco entraram para dar intensidade ao ataque na segunda etapa. Paulinho voltou a campo após 302 dias e recebeu ovação da torcida, em um dia que revelou tanto a força da torcida quanto as fragilidades da equipe, que acabou com 55% de posse, 19 finalizações e ainda viu o Santos criar 13 chances de perigo. O duelo terminou 1 a 1, e a torcida não deixou de registrar seu sentimento: "Que balde de água fria!" [fonte 3].