🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Palavras-Chave

Entidades Principais

selecao brasileira rio 2016 fivb fabi alvim ary graca holyoke alison cerutti hall da fama do volei cbv londres 2012 pequim 2008

Conteúdo Original

A noite deste sábado (17) marcou o reconhecimento oficial dos feitos de ícones do vôlei brasileiro. Fabi Alvim, bicampeã olímpica pela Seleção Brasileira feminina, e Alison "Mamute", ouro na praia, foram introduzidos ao Hall da Fama do esporte em cerimônia realizada na cidade de Holyoke, em Massachusetts, nos Estados Unidos, local que é considerado o berço do vôlei. ➡️ Tudo sobre os esportes olímpicos agora no WhatsApp. Siga o nosso novo canal Lance! Olímpico Campeã olímpica em Pequim 2008 e Londres 2012, Fabi é caracterizada na biografia da International Volleyball Hall of Fame (IVHF) pelo "impacto revolucionário" e influência em diversas gerações da modalidade. A ex-líbero contribuiu para o acervo da entidade com fotos de momentos marcantes e o uniforme utilizado na campanha do bicampeonato olímpico. Primeira líbero mulher a integrar a classe de homenageados, ela fez um discurso onde relembrou a infância no subúrbio do Rio de Janeiro e a inserção no vôlei em meio ao surgimento da posição de líbero, em 1998. — Olhar para o lado e ver que agora faço parte do mesmo time dos maiores ídolos da minha vida é algo que jamais imaginei. Sendo muito honesta, eu não tinha nem a pretensão. A minha trajetória era, por si só, improvável. O lugar de onde eu vim, as barreiras que enfrentei pela ausência de padrões a seguir no vôlei, tudo parecia dizer não. Mas o improvável virou meu combustível. A maior prova disso é que eu joguei com profissionais, ou melhor, é que eu joguei profissionalmente em uma posição que, quando eu comecei, sequer existia — declarou Fabi. ➡️ Minas sofre, mas vence Brusque na abertura da Superliga de vôlei ➡️ Liminar da Justiça libera Tifanny para jogar Supercopa e Superliga Ouro na Rio 2016 e prata em Londres 2012 no vôlei de praia, Alison Cerutti, o "Mamute", foi mais um brasileiro celebrado no evento. O ex-jogador deixou itens importantes da carreira como lembrança, como boné, óculos e camisa usados na final da Olimpíada carioca, há 10 anos. Alison é descrito pelo Hall da Fama como "um dos jogadores mais fisicamente imponentes e tecnicamente talentosos da história do esporte". Atributos como força, capacidade atlética e intensidade competitiva são destacados para classificá-lo como "um dos nomes mais emblemáticos do vôlei de praia moderno". Em seu discurso, Alison revisitou os 24 anos de sua trajetória, iniciada no Espírito Santo, declarou a paixão pelo vôlei e revelou como foi inspirado a se tornar um ídolo olímpico. — Daqui eu olho para esse salão e penso como aquele menino, que tinha o sonho de jogar voleibol, chegou até aqui. Um garoto do interior, que assistia aos Jogos Olímpicos, que se emocionava com os atletas e sonhava um dia representar o Brasil. Eu queria ser um deles. E sonhei muito com esse, com esse momento. Mas estar aqui hoje, entrando para o hall da fama do meu esporte, isso nunca passou na minha cabeça — disse Alison. O ex-presidente da Federação Internacional de Voleibol (FIVB) e da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), Ary Graça, também foi homenageado. Cada um dos integrantes do Hall da Fama recebeu um anel e uma foto, simbolizando a eternização entre os maiores nomes da modalidade. Com esta premiação, a principal honraria do vôlei internacional chega a 194 personalidades reconhecidas entre atletas, treinadores, árbitros e líderes de 28 países. Nove homenageados foram eleitos para a classe de 2026, por meio de um processo que contou com um comitê formado por ícones da modalidade e votação popular.