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Análise dos Times

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Hoje, o Vasco ganha voz ao revisitar Bellini, o zagueiro que transformou a defesa em uma escola de liderança e garra na era de São Januário. Em 1952, com o Expresso da Vitória em processo de renovação, Bellini ergueu a bandeira de uma nova geração, consolidando-se com 430 jogos e 12 títulos ao longo de uma década de defesa firme e presença constante [ ]. Na Copa do Mundo de 1958, Bellini vestiu a braçadeira de capitão da seleção brasileira, ao lado de craques como Garrincha, Didi, Nilton Santos e Pelé, e levantou a taça Jules Rimet após a vitória sobre a Suécia por 5 a 2. O gesto de erguer o troféu para o céu ficou gravado na memória, gerando uma estátua em frente ao Maracanã e virando símbolo de um momento único do futebol [ ]. Anos depois, Bellini deixou o Vasco para vestir a camisa do São Paulo em 1962. Ele faleceu em 2014, aos 83 anos, e os últimos anos foram marcados pelo diagnóstico de encefalopatia traumática crônica (ETC). A família doou o cérebro para estudos e o Vasco publicou uma homenagem de obituário no site oficial, assinada por Roberto Dinamite, encerrando com o tributo: “Obrigado, Supersupercampeão!” [ ].