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Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: Colunista critica duramente: 'jogo fraco', 'decepcionante', 'que papelão, Mengão', apontando falta de paciência e incapacidade de aproveitar jogador a mais.

Viés da Menção (Score: -0.7)

Motivo: Retrato positivo: 'jogava melhor', goleiro Rossi com defesas 'excelentes', time que 'abdicou de atacar mas se defendia sem correr riscos' e fez 'festa no Rio'.

Viés da Menção (Score: 0.5)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Estudiantes Maracanã Arrascaeta Copa Libertadores Pedro Leonardo Jardim Bruno Henrique Rossi Paquetá Muslera Cacique Medina

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Proibir de jogar bola não protege o penta do Flamengo Juca Kfouri Colunista do UOL 22/10/2026 23h38 Deixe seu comentário Marcos Rojo, do Estudiantes, lamenta chance perdida contra o Flamengo, pela Libertadores Imagem: REUTERS/Sergio Moraes Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Como o dito e redito, o Estudiantes não deu a menor pelota para o Maracanã lotado e foi para cima do Flamengo logo de cara, além de abrir a caixa de ferramentas sob o olhar complacente do assoprador de apito uruguaio, o que também não é novidade. O Flamengo mordia, até abria mão da superioridade técnica pela briga como se à procura de um prato de comida. Aos 15 minutos, porém, Rossi fez milagre para evitar a vantagem argentina. Juca Kfouri Proibir de jogar bola não protege o penta do Fla Patrick Cruz O favorito para a Agricultura se Flávio vencer a eleição Thais Bilenky Risco de abstenção é maior entre eleitores de Lula Joanna De Assis Sequência de Paulinho deixa Palmeiras em alerta Aos 16, outra vez o goleiro salvou, ao desviar na trave nova chance dos pés de Rossi. Sim, o Estudiantes jogava melhor. O jogo chegava aos 20 minutos e o Flamengo aos 110 sem acertar uma bola no gol do adversário guarnecido por Muslera, 40 e fama de frangueiro. Enfim, aos 23, o Flamengo fez boa jogada, Pedro deu de calcanhar para Emerson Royal, mas o lateral carimbou o zagueiro rival. O Rubro-Negro seguia sem acertar o gol. Aos 32, Pedro ganhou na marra uma bola pela direita e bateu cruzado para fora, com Carrascal atrasado meio segundo sem conseguir tocar na redonda. Continua após a publicidade Sim, entre as traves, nada! O jogo era disputado e fraco, decepcionante do lado flamenguista mais uma vez. Seria noite da ferradura depois da tarde no cravo na Bahia? E o primeiro tempo terminou assim, com o mesmo 0 a 0 e sem nenhum jogo que exigisse defesa de Muslera. Encenação pra lá, encenação pra cá, restava o segundo. Nenhuma troca para os 45 minutos finais e, aos 49, Baltazar Rodriguez fez falta burra e recebeu o segundo amarelo. Na cobrança da falta, Paquetá fez Muslera trabalhar pela primeira vez. Ufa! Continua após a publicidade Daí então é que o visitantes indigestos passaram a bater sem cerimônia. Em bom português, víamos uma pelada de dar dó. Em espanhol, picadito . Aos 63, sinal de desespero, de cabelo oxigenado, proteção no punho, Arrascaeta no lugar de Carrascal. O Estudiantes abdicou de atacar, mas se defendia sem correr riscos. O Flamengo simplesmente não sabia como aproveitar o jogador a mais, não virava as jogadas, não tinha paciência para envolver o rival e, aos 70, Muslera seguia com uma única defesa normal, contra duas excelentes de Rossi. A exemplo do Palmeiras ontem, o Flamengo frustrava quem esperava boa atuação dele. Continua após a publicidade O lento Leonardo Jardim, aos 74, mandou Bruno Henrique aquecer. Plata e Ayrton Lucas também. O Flamengo começou a jogar à inglesa de antigamente, alçando bolas na área, nas mãos de Muslera. Aos 81, finalmente, Pulgar, Samuel Lino e Alex Sandro deixaram o gramado. E 40 segundos depois, de cabeça, Plata só não fez o gol porque Muslera fez grande defesa depois de linda cavada de Paquetá. Aos 87, Freitas, 19 anos, no lugar de Pedro. Que é batedor de pênalti. Já o Cacique Medina pôs Sosa, 41, para batê-lo, diante de 72 mil torcedores. A participação de Ayrton Lucas era desastrosa. Continua após a publicidade Cinco minutos de acréscimos e alarme de penais. Que papelão, Mengão. Imagine o que tinha de palmeirense, vascaíno, botafoguense e tricolor secando. Terá a direção do Flamengo proibido o futebol e desprotegido o penta? Rossi é pegador de pênaltis e Muslera não. Arrascaeta bateu o primeiro pênalti e fez 1 a 0. Continua após a publicidade Sosa empatou. Jorginho deu o pulinho e perdeu seu primeiro pênalti na 13ª cobrança dele com a camisa do Flamengo. Cetre escorregou e fez o gol, mas bateu os dois pés na bola. Bateu de novo. Nas alturas! Paquetá deu a paradinha e Muslera pegou de novo. Não é pegador? Mancuso fez 2 a 1. Léo Pereira empatou, com um penal a mais. Continua após a publicidade Palacios fez 3 a 2. Bruno Henrique chutou e Muslera matou o sonho do penta do Flamengo acabou, não o do Estudiantes. Muslera defendeu os três pênaltis batidos no canto esquerdo, os argentinos fizeram nova festa no Rio e não há de ter sido porque o Flamengo perdeu o patrocínio de Bet. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Lula comemora Datafolha em live com Janones e diz que exército está afiado PT entrega malote com sigilos e pede que Mendonça assuma 'papel de árbitro' Empate no Datafolha inflama ato de estudantes pró-Lula na PUC Três apostas acertam Lotofácil e levam R$ 3,8 milhões cada; confira dezenas Mega-Sena: Prêmio acumula e vai a R$ 230 milhões; veja números sorteados