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Análise dos Times

França

Principal

Motivo: Análise tática neutra: constata lacuna histórica no meio-campo, mas também destaca vitórias e otimismo com o projeto de Zidane

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Apresentada como referência positiva: atual campeã da Eurocopa e do Mundial, com Rodri como peça central

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Citada apenas como adversária do próximo confronto, sem tom positivo ou negativo

Viés da Menção (Score: 0.0)

Psg

Motivo: Citado como modelo tático bem-sucedido, com meio-campo que controla jogos pela posse de bola

Viés da Menção (Score: 0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

PSG Luis Enrique Tchouaméni Rodri Luis de la Fuente França Laurent Blanc Itália Rayan Cherki Maghnes Akliouche Adrien Rabiot Espanha Bélgica Camavinga Manu Koné N'Golo Kanté Nations League Paul Pogba Zinedine Zidane Lucas Da Cunha

Conteúdo Original

Zinedine Zidane tem como principal desafio no início do trabalho à frente da seleção francesa encontrar um meio-campista capaz de organizar a equipe com a bola. Segundo análise do AS, a busca por um jogador com características semelhantes às de Rodri , referência da Espanha no setor, está entre as prioridades do treinador, que pretende implementar uma equipe baseada no controle do jogo. 📲 Siga o Lance! no WhatsApp e acompanhe em tempo real as principais notícias do esporte Nos três primeiros compromissos, Zidane ainda não repetiu escalação ou formação no meio-campo. Contra a Turquia , Manu Koné, Rabiot e Cherki foram os escolhidos. Diante da Bélgica , em Bruxelas, Camavinga, Da Cunha e Akliouche formaram o setor, enquanto no confronto com a Itália , Da Cunha, Cherki e Rabiot começaram juntos. O AS aponta que a dificuldade para encontrar um organizador não é recente na seleção francesa. A equipe convive com problemas no setor há cerca de quatro anos, e Zidane já começou a testar alternativas para melhorar a circulação da bola. Rayan Cherki, Lucas Da Cunha e Maghnes Akliouche, por exemplo, passaram a atuar em posições mais recuadas. Os três têm características ofensivas, mas foram deslocados para o meio-campo na tentativa de contribuir com a saída de bola e o controle das partidas. A movimentação também remete a uma tentativa feita por Laurent Blanc em 2012. Naquela época, o treinador recuou Yohan Cabaye, que atuava como interior, para uma função mais defensiva no meio-campo. A solução, porém, não funcionou. De acordo com a análise do AS , Zidane tem no PSG de Luis Enrique uma das principais referências para o modelo que deseja implementar na França. O clube parisiense construiu seu meio-campo com Vitinha, Fabián e João Neves, jogadores que ajudam a equipe a controlar os jogos por meio da posse de bola. No futebol de seleções, o principal exemplo é justamente a Espanha . Atual campeã da Eurocopa e do Mundial, a equipe comandada por Luis de la Fuente tem em Rodri uma peça central para a dinâmica do meio-campo e para a construção das jogadas. A ideia de Zidane é encontrar na França um jogador capaz de exercer função semelhante e oferecer maior controle à equipe. O treinador conta com diferentes opções, entre elas Camavinga, Da Cunha, Rabiot, Koné, Cherki e Akliouche , além de outros nomes que ainda podem retornar ao grupo, como Tchouaméni e Zaïre-Emery . O AS também relembra que a França apostou em características diferentes no setor nos últimos anos. No título da Copa do Mundo de 2018 , por exemplo, Paul Pogba e N'Golo Kanté formaram uma dupla baseada na intensidade, na capacidade física e na participação tanto ofensiva quanto defensiva. As lesões e a falta de continuidade desses jogadores fizeram com que a comissão técnica precisasse buscar outras alternativas nos anos seguintes. Agora, Zidane tenta encontrar uma solução que combine a força física tradicionalmente associada ao meio-campo francês com maior capacidade de controle e circulação da bola. A seleção francesa enfrenta novamente a Bélgica nesta segunda-feira (5), pela Nations League. O adversário não terá Kevin De Bruyne, suspenso pelo acúmulo de cartões, nem Dayot Upamecano, expulso no duelo contra a Itália. Zidane busca a segunda vitória sobre a Bélgica neste início de trabalho. A França venceu o confronto anterior, em Bruxelas, por 1 a 0. Uma nova vitória deixará a equipe próxima da classificação para as quartas de final da Nations League , competição que representa o primeiro grande objetivo de Zidane desde que assumiu o comando da seleção.