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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Bahia vira na Vila e Corinthians é o que pode ser Juca Kfouri Colunista do UOL 28/01/2026 22h03 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Com o Corinthians mandante na Vila Belmiro, o Bahia não deu pelota por ser visitante e começou o clássico insinuante, fazendo prevalecer sua superioridade técnica. Só que uma belíssima triangulação entre Memphis, Garro e Bidon terminou com gol logo aos 11 minutos. O Bahia sentiu por minutos, se desmobilizou na defesa e em outra linda trama do ataque alvinegro, aos 15, Garro fez corta-luz para Yuri que acrescentou mais um não-gol incrível em sua lista. Gol que, estava na cara, faria falta. Juca Kfouri Bahia vira, e Corinthians é o que pode ser Alicia Klein Estreia escancara problema sério do Palmeiras Milly Lacombe Fluminense em estado de graça: ouço ecos de 2023 Josias de Souza Tarcísio entrará pequeno e sairá menor da Papudinha Porque o Bahia logo retomou o predomínio técnico e empatou com Jean Lucas, por cobertura, de fora da área, aos 31. Consciente de seu entrosamento, maduro, o Bahia diminuiu o espaço que havia entre seu meio de campo e a defesa, e passou a explorar o dado pelo rival. Assim conseguiu um pênalti feito por Hugo Sousa em Ademir, depois que o goleiro fez defesa com rebote e soltou a bola viva, como se fosse um frango fugindo da degola, na volta. Willian José, aos 45, virou o placar. Depois de 20 minutos de intervalo, o Corinthians voltou agressivo, com Bidon assumindo o jogo e levando perigo ao gol tricolor. A sensação era a de que Rogério Ceni havia instruído seu time para deixar o Corinthians ir à frente e pegá-lo no contra-ataque. Continua após a publicidade Lembremos: o Bahia terminou o Brasileirão passado em 7º lugar, com 60 pontos, e o Corinthians em 13º, com 47. E os times são praticamente os mesmos. A diferença estava em que o Bahia foi mau visitante, com apenas três vitórias, seis empates e dez derrotas. Aos 15 minutos aconteceu de tudo na área baiana, com Ronaldo evitando gol de Memphis e com Bidon mandando na trave. Aí entraram Vitinho, André e Matheus Pereira no Corinthians e Dell e Kiko Oliveira no Bahia. Saíram Memphis, Carrillo e Garro nos paulistas e Pulga e Willian José entre os baianos. Continua após a publicidade Jean Lucas também saiu em seguida e Erick o substituiu. Na metade do segundo tempo o Bahia começou a fazer cera. Lembra daquele gol que o Yuri não fez no primeiro tempo? Fazia falta. Pedro Raul e Gui Negão dentro, Yuri e Bidon fora. Michel Araújo e Rodrigo Nestor dentro, Ademir e Everton Ribeiro fora. O Corinthians era melhor e merecia mais, merecia o empate, diante de 13.500 torcedores, mas o Bahia não corria mais grandes riscos à medida que o tempo ia passando. Aos 42 Michel Araújo recebeu o segundo cartão amarelo e deixou o Bahia com dez. Continua após a publicidade A Fiel cantava que domingo é guerra, na esperança de que possa ver contra o Flamengo o que não viu contra o Bahia, porque assim será o Corinthians em 2026, com eventuais triunfos em jogos de mata-mata, sem elenco e fôlego para a maratona do Brasileirão. O Bahia tem tudo para melhorar o desempenho do ano passado. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Benfica vence Real com gol de goleiro e se garante no playoff da Champions Banco Central confirma expectativas e mantém juros em 15% ao ano Estreia escancara problema sério que Palmeiras precisa resolver Lotofácil acumula, e prêmio sobe para R$ 14 milhões; veja números sorteados Acusado de matar gari a tiros em BH vai a júri popular